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REDES DE COMPUTADORES EM

CONTEXTO ESCOLAR

Paulo Domingues
SUMÁRIOS
 Sumário 1  Sumário 3
 Conceitos Básicos  TCP/IP
 Introdução às Redes de  Arquitecturas Proprietárias
Comunicação  Camada de aplicação: FTP,
 Serviços Mail, HTTP
 Normalização
 Sumário 2  Sumário 4
 Conceitos Básicos  Meios físicos de
 Modelo de referência OSI transmissão
 Conceitos OSI  Cablagem estruturada
 Topologias (equi. passivo e activo)

 Tecnologias de Comunicação
INTRODUÇÃO AO TCP/IP - HISTÓRIA
 ARPANET surge com caracter experimental
 foi tão bem sucedida que várias organizações ligadas
à rede passaram a usa-la quotidianamente
 1975 - ARPANET deixa o carácter
experimental, transformando-se numa rede
operacional, quando a Defense
Communications Agency (DCA) assume o seu
controlo
INTRODUÇÃO AO TCP/IP - HISTÓRIA
 Os protocolos TCP/IP foram desenvolvidos
como padrões militares.
 Todos os hosts na rede tiveram que se
converter para os novos protocolos
 DARPA financiou a implementação do TCP/IP
na versão Berkley (BSD) Unix
 O termo Internet tornou-se popular
INTRODUÇÃO AO TCP/IP - HISTÓRIA
 1983 - ARPANET divide-se em MILNET e uma
nova (e menor) ARPANET
 1985 - A National Science Foundation (NSF)
cria a NSFNet e liga-a à Internet
 1987 - NSF cria um novo e mais rápido
backbone e uma topologia em três camadas
que incluem o backbone, redes regionais e
redes locais
INTRODUÇÃO AO TCP/IP - HISTÓRIA
 1990 - ARPANET encerra as suas actividades
 1995 - NSFNet deixa de ser o principal
backbone da Internet
INTRODUÇÃO AO TCP/IP - HISTÓRIA
 A Internet surgiu então como uma
experiência levada a cabo por académicos.
 O crescimento da Internet ultrapassou
todas as expectativas dos seus criadores.
 Na actualidade as agências e redes
envolvidas na criação da Internet não
representam um papel importante.
TCP/IP - DEFINIÇÃO
 Transmission Control Protocol/Internet
Protocol:
 Um conjunto de protocolos de rede que
foram usados para construir a Internet.
Também conhecidos como o grupo de
protocolos DoD ou ARPANET.
 (…)
TCP/IP - DEFINIÇÃO
 In a Nutshell:
 Um conjunto de protocolos que permitem
que computadores possam comunicar entre
si, não importando o fabricante ou o sistema
operativo.
AS 4 CAMADAS DO TCP/IP

Aplicação Telnet, FTP, mail, etc

Transporte TCP, UDP

InterNet (network) IP, ICMP, IGMP

Acesso (data link) Device Driver e placa de rede


AS 4 CAMADAS DO TCP/IP
 Interface de Rede
 Trata com uma variedade de sub-redes
 Deve conhecer os detalhes da rede específica
 Inclui o driver de dispositivo no SO e a correspondente
placa de rede.
 Trata dos detalhes de hardware necessários para o
acesso físico com a rede
 Comunicação dentro da rede local
 Encapsula dados vindos da camada Internet em quadros
 Mapeamento dos endereços IP em endereços
reconhecidos pela rede física (endereços MAC)
 Torna transparente para as camadas superiores as
características específicas do acesso às redes locais.
AS 4 CAMADAS DO TCP/IP
 InterNet
 Entrega “sem ligação”
 Pacotes chamados de datagramas
 Mecanismo global de endereçamento:
Endereços IP
 Routing de datagramas para hosts remotos
 Move dados entre as camadas Interface de
Rede e Transporte
 Faz a gestão do movimento (comutação) e a
definição das rotas dos pacotes na rede.
AS 4 CAMADAS DO TCP/IP
 Transporte
 Comunicação fim-a-fim
 Proporciona um fluxo de dados entre dois hosts, para o
nível de aplicação.
 Dois protocolos:
 TCP: Confiável. Sequência os dados recebidos do
nível de aplicação, agrupando-os em segmentos.
Estabelece conexões (three way handshake).
Confirma recepção dos segmentos enviados.
 UDP: Não-confiável. Envia pacotes de dados
(datagramas) de um host para outro, sem garantia
de entrega. A sobrecarga desse protocolo é menor
que a do TCP
AS 4 CAMADAS DO TCP/IP
 Aplicação
 Se necessário engloba as camadas 5 e 6 do modelo OSI
 Trata dos detalhes específicos de cada aplicação.
 Serviços mais conhecidos:
 Login remoto (telnet)
 Transferência de arquivos (FTP)
 Correio eletrônico (SMTP)
 Nomes de hosts a endereços IP (DNS)
 Gestão (SNMP)
 Sistema de arquivos (NFS)
AS 4 CAMADAS DO TCP/IP
 Encapsulamento
 Quando uma aplicação envia dados usando TCP/IP,
eles são enviados através de cada nível da pilha de
protocolos.
 Cada nível adiciona a sua informação aos dados da
camada superior.
 No final, os dados são enviados como uma sequência
de bits, pela rede
ENCAPSULAMENTO NO TCP/IP
Encapsulamento
User Data
Application Layer
Application User Data
Header
TCP Layer
TCP
Header
Application Data
TCP Segment IP Layer
IP TCP
Header Header
Application Data
IP Datagram Link Layer
Ethernet IP TCP Ethernet
Header Header Header
Application Data Trailer
Ethernet Frame
46 to 1500 bytes
Ethernet
ENCAPSULAMENTO NO TCP/IP
OSI VS TCP/IP
OSI TCP/IP
Aplicação Aplicação
Aplicação FTP, DNS,
Telnet, HTTP,
Apresentação Aplicação SMTP, POP,
IMAP, SNMP,
Sessão ...

Transporte Transporte UDP, TCP

Rede Rede IP

Enlace Ethernet (barramento)


Intra-rede SLIP (ponto-a-ponto)
Físico PPP (ponto-a-ponto)

meio físico meio físico


ENDEREÇAMENTO
 Endereços de sistemas
 Normalmente trata-se de endereços lógicos,
definidos na camada de Rede
 Exemplos: endereços IP, endereços NSAP
(Network Service Access Point)
 Endereços de interfaces a subredes (SNPA -
Subnetwork Point of Attachment)
 Endereços físicos que identificam pontos de
acesso a uma subrede (interface física)
 Exemplos: endereços MAC (LANs), endereços
X.25
ENDEREÇAMENTO
 Identificadores de processos / aplicações
 Identificadores internos, normalmente concatenados com
um endereço do sistema
 Exemplos: porta TCP, TSAP (Transport Service Access
Point)
 Identificadores de ligação
 Em protocolos orientados à ligação, evitam a necessidade
de usar endereços nos PDUs
 Exemplos: identificadores de ligação de dados ou de
circuito virtual
 Modos de endereçamento
 Unicast, multicast, broadcast
ENDEREÇAMENTO
ENDEREÇAMENTO
 Cada equipamento de rede precisa de um
endereço que o identifique numa rede ou
subrede
 Exemplo – endereço IP (192.35.246.18)

 Cada aplicação precisa


de um “endereço”
(identificador) dentro do
computador
 Exemplo – servidor de HTTP
(porta 80)
ENDEREÇAMENTO IPV4
 IP address formats.
ENDEREÇOS IP CLASSES
Classe Nós disponíveis Bits Inicial End Ini

A 224=16,777,214 0XXX 0-127


B 216 =65,534 10XX 128-191
C 28 =254 110X 192-223
D 1110 224-239
E 1111 240-255
ENDEREÇOS IP CLASSES
CLASSES DE ENDEREÇOS IP
Classe 1º Byte Formato Comentário

A 1-126 R.C.C.C RedesPrincipais

B 128-191 R.R.C.C Grandessites

C 192-223 R.R.R.C

D 224-239 Multicast

E 240-254 End. Experimental

R=Rede, C=Computador
CLASSES DE ENDEREÇOS IP
 A divisão em classes não é respeitada
actualmente
 – Designação /n (indica nº de bits)
 • Classe A / 8
 • Classe B / 16
 • Classe C / 24
ENDEREÇOS IP ESPECIAIS
DOTTED-DECIMAL NOTATION
 Quatro números decimais de 0 a 255,
separados por pontos
 Cada número corresponde à representação
decimal de um dos 4 bytes do endereço IP.

 11000000 10101001 00100011 00000111

192.169.35.7
SUB-ENDEREÇAMENTO
 Dentro de uma dada rede, a parte reservada
para a identificação dos hosts poderá ser
dividida.
 Reservam-se alguns desses bits para a
identificação de sub-redes da rede em causa.
 Sub-endereçamento: introdução de um novo
nível hierárquico de endereçamento
SUB-ENDEREÇAMENTO
SUB-ENDEREÇAMENTO
 A utilização de sub-endereçamento conduz
a uma utilização mais eficiente do espaço
de endereçamento.
 O encaminhamento também é simplificado
 Todas as sub-redes são vistas do exterior
como uma única rede
MÁSCARA DE SUB-REDE
 Número binário de 32 bits que, após produto
lógico com um qualquer endereço IP de um
host da sub-rede, permite determinar o
endereço da sub-rede em causa.
MÁSCARAS DE SUB-REDE

Nº Bits Nº End. IP Máscara de sub-rede


/24 256 255.255.255.0
/25 128 255.255.255.128
/26 64 255.255.255.192
/27 32 255.255.255.224
/28 16 255.255.255.240
MÁSCARA DE SUB-REDE
 Tal como nas redes, nas sub-redes o 1º
endereço IP (todos os bits do host a zero) é
reservado para identificar a sub-rede.
 Tal como nas redes, nas sub-redes o último
endereço IP (todos os bits do host a um) é
reservado para endereço de broadcast da
sub-rede.
SUPER-ENDEREÇAMENTO E CIDR
 Endereçamento hierárquico (1990):
 Esgotamento do espaço de endereçamento
(surge o IPv6)
 Escassez de endereços de classe B
 Elevado crescimento das tabelas de routing
 Classless Inter-Domain Routing
 Usa máscaras de comprimento variável
 As classes normais são ignoradas
SUPER-ENDEREÇAMENTO E CIDR
 Agregação de redes de classe C contíguas
(super-netting)
 utilização eficiente do espaço de
endereçamento
 agregação de várias entradas das tabelas de
routing
 as decisões de encaminhamento deixam de
ser feitas com base em classes e passam a ser
feitas com base na máscara de rede
ENDEREÇOS IP
 Endereços IP Públicos
 constituem o espaço de endereçamento
Internet;
 são designados para serem globalmente
únicos;
 permitem a comunicação entre redes privadas
interligadas.
ENDEREÇOS IP
 Endereços IP Privados
 Qualquer organização pode usar esses endereços IP
nas suas redes privadas;
 Não necessitam de solicitar o seu registo na Internet;
 Os dispositivos que usam endereços IP privados não
podem ser alcançados a partir da Internet;
 O espaço de endereçamento IP privado é descrito na
RFC 1918.
 10.0.0.0 - 10.255.255.255 (10/8 prefixo)
 172.16.0.0 - 172.31.255.255 (172.16/12 prefixo)
 192.168.0.0 - 192.168.255.255 (192.168/16 prefixo)
ENDEREÇOS IP
 Endereços IP especiais e reservados
 Reservados para aplicações multicast.
 São descritos na RFC 1112.
 Ex: 224.0.0.0 to 239.255.255.255
IPV6
 Motivação inicial: espaço de endereços de 32-bits
completamente atribuído até Julho 2011.
 Espaço de endereçamento alargado
 128 bits
 295 endereços por pessoa
 Motivação adicional :
 formato do cabeçalho que facilite acelerar
processamento/re-encaminhamento
 mudanças no cabeçalho para facilitar QoS
 novo endereço “anycast”: rota para o “melhor” de vários
servidores replicados
IPV6
 Espaço de Endereçamento.
 Os endereços IPv6 têm um tamanho de 128 bits.
 Auto configuração de endereço.
 Suporte para atribuição automática de endereços numa
rede IPv6, sem o servidor de DHCP.
 Endereçamento hierárquico.
 Simplifica as tabelas de encaminhamento dos routers
da rede;
 Formato do cabeçalho.
 Totalmente remodelados em relação ao IPv4.
 Cabeçalhos de extensão.
 Opção para guardar informação adicional.
IPV6
 Suporte a qualidade diferenciada.
 Aplicações de áudio e vídeo estabelecem conexões
em função das suas exigências QoS;
 Capacidade de extensão
 Permite adicionar novas especificações de forma
simples.
 Encriptação
 Diversas extensões no IPv6 permitem, à partida, o
suporte para opções de segurança como
autenticação, integridade e confidencialidade dos
dados.
IPV6
ATRIBUIÇÃO DE ENDEREÇOS LAN
 Configuração manual
 Simples
 Não necessidade de servidores de atribuição
de endereços
 Obriga a configuração manual de clientes e
servidores
 Não exequível em redes grandes ou redes
com razoável dinâmica de utilizadores
 Na prática, impede a mobilidade de
utilizadores
ATRIBUIÇÃO DE ENDEREÇOS LAN
 Configuração automática
 DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol)
 Definido no RFC 2131
 Obtenção de informação de configuração de
clientes através da rede
 Endereço IP
 Servidor de DNS
 Gateway (router)
 Outra informação
 Baseado no BOOTP (Boot Protocol), usado
para atribuição de endereços IP a clientes
diskless
FUNCIONAMENTO BÁSICO DO DHCP
RESOLUÇÃO DE ENDEREÇOS IP
 Os endereços IP têm que ser transformados
em endereços físicos com significado para a
tecnologia de rede subjacente
 Numa rede Ethernet, esse processo é levado
a cabo pelo protocolo ARP – Addresss
Resolution Protocol (RFC826)
 O processo inverso é efectuado pelo RARP
(RFC 903)
RESOLUÇÃO DE ENDEREÇOS IP
 Funcionamento básico do ARP:
 Ao enviar um pacote para um endereço IP é
verificado na tabela de ARP se existe mapeamento
entre o IP pretendido e o endereço físico;
 Se não existir mapeamento, o protocolo ARP envia
um broadcast para a rede a solicitar o
mapeamento;
 A máquina com o endereço IP pretendido responde
ao pedido ARP, indicando o seu endereço físico,
que será usado e guardado na tabela de ARP.
NETWORK ADDRESS TRANSLATION
 Em certos casos, a atribuição de endereços IP
oficiais é desnecessária
 Redes não ligadas à Internet
 Máquinas de intranets ligadas ao exterior por firewalls
 O NAT (RFC 1918) tem por principal motivação
protelar o esgotamento do espaço de
endereçamento do IPv4
 Colocar redes inteiras por detrás de um conjunto
reduzido de máquinas com endereços oficiais
NETWORK ADDRESS TRANSLATION
O MODELO TCP
TCP – PORTAS ATRIBUÍDAS
 21 - FTP;
 23 - Telnet;
 25 - SMTP;
 80 - HTTP;
 110 - POP3;
 143 - IMAP;
 443 – HTTPS;
 Outras - http://www.iana.org/assignments/port-numbers
DNS – THE DOMAIN NAME SYSTEM
 Motivação
 as máquinas ligadas à Internet têm um
nome (www.esmonserrate.org), mas para
lhe enviar pacotes é necessário conhecer o
endereço IP
 não é razoável colocar num único ponto o
mapeamento nome/endereço IP
 (falhas, volume de tráfego, distância,
manutenção)
DNS – THE DOMAIN NAME SYSTEM
 Solução
 Muitos servidores de nomes (name servers)
 Com informação parcial organizados de
forma hierárquica
 Colaboram para a tradução nome/endereço
através de um protocolo de comunicação da
camada de aplicação (protocolo DNS).
 Outros serviços: “host aliasing”, “mail server
aliasing”, e distribuição de carga
TIPOS DE SERVIDORES DE NOMES
 Servidores de nomes locais
 Servidor que cada máquina conhece. Em
geral, cada ISP tem um servidor de nomes
local;
 Servidores de nomes “authoritative”
 Servidor de nomes onde a tradução
nome/endereço está armazenada
obrigatoriamente
TIPOS DE SERVIDORES DE NOMES
 Servidores de nomes raiz (“root”)
 Quando um servidor de nomes local não
consegue resolver um pedido interroga um
dos “root servers”.
O ESPAÇO DE NOMES DNS
 Uma parte do domínio na Internet.
Servidor de Nomes

 Part of the DNS name space showing


the division into zones.
EXEMPLO DE RESOLUÇÃO
MECANISMOS DE RESOLUÇÃO
 Quando o servidor de nomes não tem a
resposta:
 Iterativo
 O Servidor inquirido, responde com o IP de
outro servidor que possa responder;
 Recursivo
 O Servidor inquirido, questiona outro
servidor e devolve a resposta ao cliente;
 Recursivo e Interativo
 Misto.
RESOLUÇÃO DE NOMES
TRANSFERÊNCIA DE FICHEIROS (FTP)
 Transferência de ficheiros em sistemas
remotos
 Utiliza o protocolo FTP sobre uma ligação
TCP
 Estabelece ligação TCP com um servidor.
 Serviço transparente.
 Possui mecanismo de autenticação

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FTP
 RFC 959
 Utiliza 2 portas TCP
 uma para controlo
 uma para transferência de dados;
 Protocolo de comando-resposta;
 Porta de controlo utiliza protocolo telenet
para negociar a sessão
 US-ASCII
 <crlf> end-of-line
FTP – MODO ATIVO
 O cliente conecta-se a partir de uma porta
qualquer (> 1023) à porta 21 do servidor;
 Envia um comando de porta, indicando ao
servidorServer
para se conectarClient
à porta n+1
 Aguarda na porta n+1 pela resposta do
servidor
 O servidor conecta-se a portair da sua
porta de dados (20) à porta n+1 do
cliente.
FTP – MODO ATIVO

Server Client

20 21 1026 1027

4
FTP – MODO PASSIVO
 Cliente abre dias portas ( n > 1023 e n+1;
ex 1026 e 1027)
 Coneta a primeira porta (n) à porta de
comando do servidor (21) e despoleta um
comando pasv
 O servidor responde com a porta a utilizar
para dados;
 O cliente coneta-se à porta indicada pelo
servidor e o servidor completa a conexão.
FTP – MODO PASSIVO

Server Client

20 2024 21 1026 1027

4
MODELO FTP
FTP – EXEMPLO DE COMANDOS
Comando FTP
Comando Argumento Significado
CWD dir Altera o diretório
DELE file Remove ficheiro
MKD dir Cria o diretório dir
PWD --- Mostra o diretório corrente
RETR file Transfere dados para o sistema local
LIST (dir) Lista o conteúdo do diretório
STOR file Salva dados local para o remoto
PORT addr Informa ao cliente a porta do sistema local
TYPE (I,A) Informa transferência binária(I) ou ASCII (A)
QUIT --- Encerra ligação de controlo

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TIPO DE UTILIZADORES FTP
 Ligação privada
 Destina-se essencialmente a transferências
de ficheiro que existam na área de trabalho
do utilizador de um computador remoto
para um local.
 É necessário dispor de utilizador e password
de acesso à respectiva área.

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TIPO DE UTILIZADORES FTP
 Ligação Anônima
 Usadas no acesso a ficheiros do domínio
público.
 Existe um login padrão a nível da Internet
em que o utilizador é anonymous.
 Servidores com acesso anónimo:
http://www.ftp-sites.org/

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