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Medidas de prevenção e

atuação
CONTINUAÇÃO
ACIB#2019#CARINA CARVALHO
Desidratação
 A desidratação ocorre quando o corpo humano perde mais água que repõe, e com
isso não tem água suficiente para realizar suas funções normais. Indivíduos
desidratados apresentam um volume de sangue menor que o normal, o que força o
coração a aumentar o ritmo de seus batimentos, quadro chamado pelos médicos de
taquicardia. Outros sintomas podem ser fraqueza, tontura, dor de cabeça, fadiga e
pode levar à morte.

 Uma maneira de tratar a desidratação é o soro caseiro. Também existem soros


industrializados contra a desidratação. Soros industrializados são especialmente
indicados em casos de desidratação por apresentarem composição equilibrada de
cloreto de sódio, cloreto de potássio monoidratado, citrato de sódio diidratado e
glicose. A composição equilibrada desses ingredientes evita efeitos colaterais como
convulsões.
Níveis de desidratação

A desidratação pode ocorrer em níveis diferentes, e com isso apresentar sintomas


cada vez mais graves. Entre eles:

 Desidratação leve: Sede.


 Desidratação mediana: Pele seca e inflexível, taquicardia, perda de peso,
aumento da temperatura corporal.
 Desidratação grave: Queda da pressão arterial, sensação de perda de
consciência eminente, estupor, hipertermia, convulsões, choque, e até a morte.
Sintomas

 Pele seca e inflexível


 Olhos fundos (nos bebês, moleira afundada)
 Boca seca
 Pouca urina e/ou urina amarelo escura
 Coração acelerado (taquicardia)
 Irritabilidade
Medidas preventivas

 As medidas preventivas são simples: beber e oferecer água várias vezes


ao dia a crianças e idosos; vestir roupas leves e frequentar ambientes
bem ventilados no verão. Para evitar a diarreia, lavar sempre as mãos
antes de preparar alimentos; lavar frutas e verduras em água tratada e
corrente; manter os alimentos na geladeira, e prestar atenção aos prazos
de validade dos mesmos.
Parasitoses
Parasitoses

 Parasitoses são doenças causadas por organismos parasitas. Após entrar e


se instalar no corpo humano ou de outro animal, estes parasitas
desenvolvem doenças, podendo provocar uma série de danos ao
organismo e até mesmo a morte, caso não haja o tratamento devido.
Estes parasitas podem ser vermes, bactérias, vírus ou protozoários.
 Os parasitas intestinais incluem diversos tipos de micro-organismos. A principal
forma de contaminação é a via fecal-oral a partir da água ou alimentos
contaminados.
 A sua prevalência é variável consoante a zona geográfica e depende das
condições sanitárias e climatéricas. São mais comuns na África subsaariana,
seguida da Ásia e América Latina.
 Trata-se de um conjunto de doenças muito comuns em todo o planeta. A
Organização Mundial de Saúde estima em cerca de 3,5 biliões o número de
pessoas afetadas por parasitas intestinais, das quais 450 milhões são crianças.
 Em termos mundiais, os parasitas mais frequentes são os do grupo dos
helmintas nemátodes, principalmente o Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura
e os Ancilostomas.
 Existem poucos dados relativos à prevalência destas infeções em
Portugal. Alguns estudos do final da década de 80 e início de 90 sugeriam
uma diminuição do número de casos, relacionada com a melhoria das
condições de higiene e sanitárias. Estudos mais recentes continuam a
mostrar uma importante redução da prevalência das parasitoses
intestinais, mantendo-se a Giardia lamblia como o parasita mais
prevalente.
 Com base nestes dados podemos estimar que em Portugal a taxa de
parasitismo intestinal é baixa, sendo devida principalmente a Giardia
lamblia e alguns helmintas, dos quais o Trichuris trichiura parece ser o mais
prevalente.
Quais as causas das Parasitoses?

 É importante referir que existem mais de 100 tipos diferentes de parasitas intestinais, que
podem entrar no corpo através do nariz, da pele, dos alimentos, da água ou através de
picadas de insetos.
 De um modo geral, os parasitas aproveitam-se da fragilidade do organismo da criança,
instalam-se no intestino, depositam os ovos na margem do ânus e esses ovos podem
depois ser disseminados através das mãos, brinquedos ou outros objetos. Quando uma
criança entra em contacto com outra que está infetada, ou com um brinquedo
contaminado, e leva as mãos à boca, os ovos dos parasitas podem entrar no organismo
através do aparelho digestivo.
 Os principais fatores de risco para as parasitoses intestinais são:
morar ou viajar para áreas geográficas onde os parasitas são mais comuns
má higiene das mãos e da água
a idade (crianças e idosos são mais suscetíveis)
institucionalização (por exemplo, crianças que frequentam centros de acolhimento)
diminuição das defesas (como acontece na infeção pelo VIH/SIDA)
Como se manifestam as Parasitoses?

 A maioria das parasitoses intestinais é bem tolerada pelo paciente quando as suas defesas são
normais, evoluindo sem queixas ou apenas com sintomas gastrointestinais inespecíficos (dor
abdominal, vómitos e diarreia), frequentemente associados a perda de peso.
 A infeção causada por cada parasita pode apresentar aspetos particulares que, em muitos casos,
permitem orientar o diagnóstico.
 Por exemplo, no caso da parasitose causada por Giardia lamblia, a infeção pode ocorrer sem
quaisquer sintomas, ou com um quadro de diarreia aguda com ou sem vómitos e diarreia crónica. A
diarreia crónica associa-se frequentemente a sintomas de malabsorção intestinal (fezes fétidas,
flatulência, distensão abdominal), perda de apetite, má progressão no crescimento, perda de peso
ou anemia.
 No caso da infeção por Ascaris lumbricoides, podem ocorrer também queixas inespecíficas de dor ou
desconforto abdominal e sintomas de malabsorção quando a infeção é prolongada. Na fase de
migração larvar pode haver envolvimento pulmonar, sob a forma de pneumonite transitória aguda,
com febre e alterações laboratoriais, que pode ocorrer semanas antes das queixas gastrointestinais.
 A obstrução intestinal alta é a complicação mais frequente em infeções por um número volumoso de
parasitas. A migração dos vermes adultos através da parede intestinal pode provocar colecistite,
colangite, pancreatite ou peritonite.
Como se diagnosticam as Parasitoses?

 Em alguns casos, é possível visualizar diretamente os parasitas nas fezes, o que facilita o diagnóstico.
 Nos restantes casos, é necessário apoio do laboratório para o diagnóstico.
 A observação ao microscópio de diferentes preparados de fezes permite a deteção dos ovos,
quistos ou dos parasitas. Com frequência, este tipo de exame tem de ser repetido em diferentes
períodos de tempo, porque os parasitas apresentam ciclos de vida diversos e intermitentes.
 A colheita de fezes deve ser feita em três dias consecutivos.
 A colheita de sangue tem pouca utilidade para o diagnóstico. Pode, em alguns casos, permitir
detetar algumas alterações laboratoriais.
 A radiografia do abdómen com contraste opaco pode mostrar imagens correspondentes a Ascaris
lumbricoides.
 Outros meios de diagnóstico, como a ecografia, tomografia axial computorizada ou a ressonância
magnética podem ser necessários no estudo de complicações intestinais ou extra-intestinais.
 A endoscopia pode ter utilidade em casos muito concretos.
Como se tratam as Parasitoses?

 As opções terapêuticas são variadas e dependem da causa da infeção.

 De um modo geral, são medicamentos com elevada eficácia e


comodidade de administração.

 Como regra, estes medicamentos podem ser utilizados no tratamento das


parasitoses intestinais a partir dos 12 meses, embora deva ser sempre feita
uma avaliação caso a caso.
Como se previnem as Parasitoses?

 É importante referir que as desparasitações sistemáticas não evitam as novas


infeções.

 As únicas medidas preventivas que devem ser adotadas são as que permitem
interromper o ciclo de contaminação. Para isso, é fundamental o controlo das
águas com saneamento básico, controlo do solo com técnicas de rega e
fertilização adequadas e controlo dos animais tendo em atenção o consumo
de carne e peixe e a existência de animais domésticos.

 A nível individual, a lavagem das mãos, a preparação adequada dos


alimentos como lavagem de frutas e vegetais e evitar carne e peixe mal
cozinhados, bem como o consumo de água filtrada e clorada são a melhor
forma de proteção.
Infeções urinárias
O que é uma Infeção Urinária?

 Uma infeção urinária corresponde à presença de bactérias em qualquer


parte do sistema urinário (rins, ureteres e bexiga). Consoante a
localização, a infeção recebe nomes diferentes. No caso do rim designa-
se de pielonefrite, da bexiga cistite e da uretra denomina-se de uretrite.
Como surge uma Infeção Urinária?

 As infeções urinárias são uma das infeções mais comuns. De um modo


geral, os microrganismos alcançam o sistema urinário a partir do exterior,
pela uretra ou, mais raramente, a partir do sangue e instalando-se a nível
dos rins.

 As bactérias que alcançam as vias urinárias, por norma, são rapidamente


removidas antes de causarem infeçãopela própria eliminação de urina e
pelas defesas do organismo. Quando tal não acontece, os sintomas de
infeção tornam-se evidentes.
Quem pode contrair uma Infeção Urinária?

 As infeções urinárias são mais comuns nas mulheres, dada a maior


proximidade da uretra feminina com o ânus e com a vagina e dado o
facto de ser uma uretra muito mais curta do que a masculina, o que
permite que os microrganismos alcancem mais facilmente a bexiga.

 As crianças, nomeadamente as do sexo masculino até um ano de idade,


também apresentam uma elevada prevalência de infeção a nível renal,
devido à presença de refluxo vesico uretral.
Quais as causas das Infeções Urinárias?

 As causas mais comuns de infeção urinária são:


 Gravidez
 Diabetes
 obstrução urinária
 hábitos de higiene inadequados
 inserção de objetos estranhos
 período menstrual
 doenças neurológicas
 doenças sexualmente transmissíveis

 A presença de anomalias no aparelho urinário também tende a aumentar o risco de infeção urinária. O mesmo se passa com os
doentes institucionalizados ou submetidos a algaliação.
 Os microrganismos responsáveis pelas infeções urinárias variam em função do local onde a infeção é adquirida. Quando ela
ocorre num doente não hospitalizado, o agente mais comum é a Escherichia coli (cerca de 80% dos casos) e alguns estafilococos.
 Em doentes hospitalizados ou institucionalizados, estas bactérias também podem ser as responsáveis mas surgem outras mais
agressivas e, por isso, de tratamento mais complexo. Nestes doentes surgem também infeções urinárias causadas por fungos.
Como se manifestam as Infeções Urinárias?

 Os principais sintomas que a infeção urinária provoca são:


 ardor ou dor ao urinar
 ocorrência de micções frequentes e em pequena quantidade
 vontade urgente e frequente de urinar
 urina com cheiro fétido
 alterações na cor
 dificuldade em iniciar a micção
 eliminação de sangue na urina
 dor na parte inferior do abdómen
 Febre
 calafrios
 dor lombar
 Náuseas
 vómitos
 A maioria das infeções urinárias não apresenta gravidade significativa. Excetuam-se as infeções com
envolvimento do rim, que requerem cuidados especiais. A lesão do rim na sequência de uma infeção urinária
pode causar cicatrizes renais, hipertensão arterial ou mesmo insuficiência renal.
Como se faz o diagnóstico de uma
Infeção Urinária?

 Muitas vezes, perante um primeiro episódio de infeção urinária numa mulher, o tratamento
é logo instituído sem recurso a um diagnóstico laboratorial.
 Em casos de infeções de repetição, nas crianças ou em doentes hospitalizados, é
importante avaliar qual o microrganismo responsável e procurar identificar quais as
situações que podem estar na base da infeção.
 Assim, para lá da avaliação médica, o diagnóstico laboratorial é importante ao permitir
avaliar a amostra, a sua composição física e química, a presença de microrganismos e, no
caso de estes estarem presentes, qual a sua suscetibilidade a diferentes antibióticos. Este
aspeto é importante para se poder selecionar o antibiótico mais adequado a cada caso.
 Para que este diagnóstico seja eficaz, é essencial que a colheita de urina seja realizada de
acordo com regras muito rigorosas, que são diferentes no homem, na mulher, na criança e
em doentes algaliados.
 No caso de infeções urinárias de repetição, poderão ser necessárias avaliações mais
aprofundadas com recurso ao estudo por ecografia, tomografia ou ressonância
magnética, entre outras técnicas de diagnóstico.
Como se tratam as Infeções Urinárias?

 Para lá do tratamento com o antibiótico mais adequado, é importante ter alguns cuidados extra:
 aumentar a ingestão de líquidos,
 ter cuidados gerais de higiene íntima,
 corrigir eventuais alterações anatómicas que possam ser responsáveis pelas infeções,
 não retardar o ato de urinar (essa resistência aumenta o risco de infeção porque permite que a urina
permaneça mais tempo no interior da bexiga.)
 O tratamento da infeção urinária através de antibióticos deveria ser somente iniciado após a
identificação da bactéria pelo laboratório. Contudo, como se referiu, na prática clínica diária, o
procedimento é diferente e, quase sempre, o doente inicia o tratamento com um antibiótico
mesmo sem saber o resultado das análises laboratoriais.
 Os antibióticos mais frequentemente utilizados são as fluoroquinolonas.
 No caso de infeção urinária durante a gravidez, a seleção do antibiótico tem de ser devidamente
ponderada, uma vez que alguns antibióticos estão contraindicados na gravidez.
 No homem, as infeções urinárias associam-se frequentemente a cálculos renais ou a um aumento
de volume da próstata, o que significa que tanto a investigação como o tratamento devem ser
orientados de um modo diferente.
Pediculose
O que é pediculose?

 A pediculose, popularmente conhecida como infestações de piolhos, é uma


doença parasitária contagiosa que pode surgir na cabeça, corpo, cílios,
sobrancelhas ou na região dos pêlos pubianos.

 Como ectoparasitas, os piolhos vivem no exterior do hospedeiro, utilizando do


sangue humano como sua fonte de nutrição, o que pode causar sensação de
coceira e formigamento na região afetada.
 O piolho é pequeno e sem asas, pode ser visto a olho nu e a sua infestação ocorre
do contato direto com o cabelo de uma pessoa infectada ou através de objetos
compartilhados. Nos últimos trinta anos observou-se um aumento significativo na
incidência de casos devido a multiplicação rápida do parasita, que, ao longo de
sua curta vida de trinta a quarenta dias, é capaz de depositar mais de duzentos
ovos.

 Crianças em idade escolar são as mais atingidas pelo tipo capilar, com maior
incidência em meninas, mas podem abranger qualquer sexo e idade, inclusive os
adultos.
Tipos de piolhos

 Piolhos pubianos
 Popularmente conhecidos como “chatos”, os piolhos pubianos são causados pelos Pthirus
pubis e atingem tanto homens quanto mulheres a partir da puberdade, agarrando-se aos
pêlos da região genital o que faz com que a doença seja considerada uma DST. O parasita
pode viver também nos pelos das coxas, nádegas e parte inferior do abdômen.
 Piolhos corporais
 Piolhos corporais são causados pelos Pediculus humanus humanus e frequentes em casos
que os hábitos de higiene são precários, onde se agarram nas roupas do corpo e de cama,
infectando o hospedeiro a partir do tecido.
 Piolhos capilares
 Causados pelos Pediculus humanus capitis, os piolhos capilares são os mais comum entre os
tipos de piolho e vivem agarrados aos cabelos e atacam o couro cabeludo, especialmente
atrás das orelhas. Em crianças pequenas podem, às vezes, se desenvolver nas sobrancelhas
e cílios.
Causas

 Os piolhos são parasitas adquiridos através do contato próximo de objetos


ou pessoas contaminadas, independente de sexo, idade, raça ou classe
social. Em casos de piolhos corporais, a higiene precária é uma causa
essencial.
Doenças infeto-
contagiosas
O que é?

 Na Medicina, uma doença infecciosa ou doença infeciosa[1] ou doença


transmissível é qualquer doença causada por um agente patogênico
(como priões, vírus, bactérias, fungos e também parasitas), em contraste
com causa física (por exemplo: queimadura, intoxicação química,
relação sexual, beijos ou ferimentos.)
EXEMPLOS

 Malária
 Dengue
 Poliomielite
 Caxumba
 Tétano
 Varicela
 Tuberculose
 AIDS (HIV)
 Catapora (Varicela)
 Ebola
 Doenças infecciosas e parasitárias no CID-10 Rev.
Intoxicações