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BIOSSEGURANÇA

APH MÓVEL
BIOSSEGURANÇA

Conjunto de medidas preventivas que


envolvem os Profissionais, a vítima,
familiares, o uso adequado de EPIs, com
o objetivo de evitar a transmissão de
doenças e reduzir os acidentes de
trabalho.
AMBULÂNCIA

As ambulâncias podem ser classificadas


como áreas críticas, onde a possibilidade
de transmissão de várias doenças é alta
pelo grande volume de procedimentos de
risco e pela presença constante de
sangue e secreções no interior das
viaturas.
CONDIÇÕES DE TRABALHO

 ESPAÇO FISICO REDUZIDO PARA


REALIZAÇÃO DAS TÉCNICAS;
 FALTA DE LUMINOSIDADE (ATENDIMENTOS
NOTURNO OU AMBIENTES FECHADOS);
 EXCESSO DE RUÍDO E VIBRAÇÃO NO
AMBIENTE, QUE DIFICULTA A REALIZAÇÃO
DAS TÉCNICAS E AUMENTA O ESTRESSE;
CONDIÇÕES DE TRABALHO

 EMOÇÕES EXACERBADAS DAS


CIRCUNDANTES, QUE VÃO DE EMOÇÕES DE
FAMILIARES ATÉ DE TRANSEUNTES
PRESENTES NA CENA;
 RISCO DE ACIDENTES NO TRÂNSITO PARA
CHEGAR AO LOCAL DA SOLICITAÇÃO EM UM
MENOR TEMPO POSSIVEL;
 ATENDIMENTOS A MÚLTIPLAS VÍTIMAS;
CONDIÇÕES DE TRABALHO

 ATENDIMENTO NA RESIDÊNCIA DA VÍTIMA;


 TENTATIVAS DE SUICÍDIOS;
 EXPOSIÇÃO AO SOL, CALOR, FRIO E OUTRAS
INTEMPÉRIES NATURAIS;
 VÍTIMAS PRESAS EM FERRAGENS;
 SOTERRAMENTO E DESABAMENTOS;
 SITUAÇÕES ADVERSAS: COMO RISCO DE
EXPLOSÃO AMBIENTAL, TIROTEIOS, ETC.;
AMBIENTE

Riscos físicos

 Temperatura (calor, frio, umidade);


 Ruído;
 Vibrações;
 Radiações (ionizante e não ionizante);
 Pressões anormais.
AMBIENTE

Riscos químicos

Podem exercer dois tipos de ações:


• ação localizada;
• ação generalizada.

Três vias de absorção:


• Respiratória ou inalatória;
• Cutânea;
• Digestiva
AMBIENTE

Riscos biológicos

Os mais comuns são:


Vírus, bactérias, fungos, protozoários,
parasitas, bacilos.

Três vias de penetração:


cutânea, digestiva e respiratória.
AMBIENTE

Riscos ergonômicos
•Esforço físico intenso;
•Postura inadequada;
•Transporte manual de pesos, etc.
AMBIENTE

Riscos de Acidentes

• Espaço físico inadequado;


• Ferramentas ou máquinas inadequadas;
• Má iluminação, etc.
AMBIENTE

Higiene do trabalho

A ordem e a limpeza constituem um fator


de influência positiva no comportamento
do trabalhador, num ambiente
desorganizado as pessoas sentem uma
sensação de mal-estar que poderá tornar-
se um agravante ao trabalhador e expô-lo
ao risco de acidentes.
RISCO BIOLÓGICO
SUSPEITO ???
DIAGNÓSTICO

 O diagnóstico prévio é ocasional


 Raramente conhecemos as doenças que
afetam nossos pacientes
 Todos os pacientes devem ser
considerados potencialmente
transmissores de doença
TRANSMISSÃO

 Paciente para o socorrista: sangue, respiração,


saliva, vômitos, fezes, urina
 Socorrista para o paciente: respiração
 Paciente para paciente através do socorrista:
através da ambulância e em atendimentos a
múltiplas vítimas
 Meio ambiente ao paciente ou socorrista: água,
esgoto, alimentos, ar, picada de insetos,
ferragens, etc
DOENÇAS

 HIV
 Hepatites
 Meningites
 Tuberculose
 Influenza
 Tétano
 Outras
PRECAUÇÕES PADRÃO

 São medidas de proteção que devem ser adotadas por


todos os profissionais de saúde, no cuidado a qualquer
paciente ou no manuseio de artigos contaminados, quando
houver risco de contato com:

• sangue
• líquidos corporais, secreções
e excreções (exceto suor)
• mucosas
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

A higienização das mãos é fundamental na


prevenção das infecções.

 Pode ser feita com água e sabão ou


álcool- gel.
 O álcool gel pode ser utilizado como
substituto da lavagem das mãos, se as
mãos não estiverem visivelmente sujas.
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

1- Antes de contato com o paciente.


2- Antes da realização de procedimento
asséptico.
3- Após risco de exposição a fluidos
corporais.
4- Após contato com o paciente.
5- Após contato com áreas próximas a
pacientes.
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

 Remover anéis e pulseiras.


 Abrir a torneira e molhar as mãos.
 Acionar o dispensador de sabão 1 ou 2 vezes até conseguir
quantidade suficiente de sabão (aproximadamente 2 ml).
 Friccionar toda a superfície das mãos por período de 15
segundos
 Enxaguar bem as mãos retirando totalmente os resíduos de
sabão. Secar bem as mãos com papel toalha.
 Utilizar o papel toalha para fechar a torneira, caso o
acionamento não seja automático.
Técnica
PRECAUÇÕES PADRÃO

 Dispositivos de barreira
 Prática segura
 Cuidados com saúde
DISPOSITIVOS DE BARREIRAS

 Luvas de procedimento
 Máscara facial: cirúrgica, N95
 Óculos de proteção
 Uniforme
LUVAS DE PROCEDIMENTOS

 Usar luvas quando houver possibilidade


de contato com mucosas, pele com
lesões, sangue ou outros fluidos
corpóreos.
LUVAS DE PROCEDIMENTOS

 Colocar as luvas imediatamente antes do


procedimento.
 Trocar as luvas entre procedimentos e
entre pacientes.
 Não higienizar as mãos enluvadas.
 Retirar as luvas imediatamente após o
uso e higienizar as mãos.
 Tamanho da luva
GOTÍCULAS E AEROSSÓIS
PROTETORES FACIAIS

 Utilizar máscara comum, óculos ou


protetores faciais em procedimentos que
possam gerar respingos de sangue ou
líquidos corporais em mucosa oral, nasal
ou ocular.
 Após o uso, os óculos e protetores faciais
devem ser lavados e desinfetados com
álcool 70%.
MÁSCARA CIRURGICA

São indicadas para pacientes portadores


de doenças que possam ser transmitidas
por partículas de saliva maiores que 5
micra durante a tosse, espirro ou mesmo
durante a conversa. EXEMPLO
meningites bacterianas, H1N1,coqueluche,
difteria,caxumba, influenza,rubéola,
MÁSCARA N95

Suspeita ou diagnóstico de doenças


transmitidas por aerossóis ( partículas
menores de 5 micra ) que ficam dispersas
no ar e são transmitidas a longa
distância. EXEMPLO
tuberculose, sarampo, varicela, herpes
zoster, caxumba, rubéola,
CONTROLE DE INFECÇÃO
CONTROLE DE INFECÇÃO

 Higienização das mãos


 Limpeza e a desinfecção de superfícies

São fundamentais para a prevenção e


redução das infecções relacionadas à
assistência à saúde.
SUPERFÍCIES

 As superfícies representam um risco mínimo de


transmissão direta de infecção.
 Contribui para a contaminação cruzada
secundária, por meio das mãos dos profissionais
de saúde e de instrumentos ou produtos que
poderão ser contaminados ao entrar em contato
com essas superfícies e posteriormente,
contaminar os pacientes ou outras superfícies.
SOLUÇÕES ANTISSEPTICAS

 PERESAL
 ÁLCOOL 70º
SOBREVIVÊNCIA DO VÍRUS

Se não fosse feita nenhuma limpeza do


material em contato com sangue:

 Hepatite C - 4 dias
 Hepatite B - 7 dias
 Vírus HIV- 1 hora ???
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

 DESINFECÇÃO
 ESTERILIZAÇÃO
AMBULÂNCIA

O protocolo de limpeza e desinfecção de


ambulâncias recomenda que a limpeza
geral da ambulância, com a retirada de
todos os artigos do seu interior, seja
realizada semanalmente ou de acordo
com a necessidade.
AMBULÂNCIA

Diariamente deve ser realizada a limpeza


parcial, que inclui pisos, paredes,
bancadas e macas. Após cada regresso,
deve ser feita a desinfecção da maca e
dos demais materiais utilizados.
DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES

 Com uso de luvas, retirar o excesso de


carga contaminante em papel;
 Desprezar o papel no saco de lixo
hospitalar (saco de lixo branco).
 Aplicar peresal, aguarda 10 minutos e
lavar com água e sabão.
 Sempre no sentido (mais longe para o
mais perto)
RESÍDUOS HOSPITALAR

 RDC 306 DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004

 PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO


DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
RESÍDUOS HOSPITALARES
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

 GRUPO A – Potencialmente Infectantes


 GRUPO B – Químicos
 GRUPO C – Rejeitos Radioativos
 GRUPO D – Comuns - Resíduos
Recicláveis e Reutilizáveis
 GRUPO E - Perfurocortantes
RESÍDUOS HOSPITALAR

 Desprezar no lixo hospitalar da unidade móvel


todo material utilizado no atendimento ao
paciente (luvas, gazes, esparadrapos,
ataduras,...).
 Desprezar os materiais perfurocortantes
utilizados no atendimento (agulha, scalps,
abocath, bisturis, intracath,...) no descarpack
(caixa de papelão rígido para desprezar
perfurocortantes).
RESÍDUO HOSPITALAR

Após o atendimento em via pública e/ou


domiciliar, averiguar se não ficou nenhum
material contaminado ou equipamento na
rua e/ou no domicílio, colocando-os em
recipientes adequados.
IMUNIZAÇÃO

 DUPLA – Difteria e Tétano


 Hepatite B
 VTV – Sarampo, Caxumba, Rubéola
 Influenza
IMUNIZAÇÃO HEPATITE B

 3 doses (0, 1 e 6 meses)


 soroconversão em 33 - 50% após a primeira dose,
75% após segunda dose e 90% após terceira dose
 > 60 anos- 75% após 3 doses
 tabagismo, obesidade, fatores genéticos e
imunosupressão
 esquema alternativo: 0, 1, 4 meses, ou 0, 2 e 4
meses
IMUNIZAÇÃO HEPATITE B

 avaliação após vacinação recomendada em


profissionais de saúde
 25-50% respondem a uma dose extra
 44 - 100% respondem a nova série de
vacinação (maior chance naqueles com
baixos títulos de anti-HBs, porém <10
mUI/ml)
ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTES DE TRABALHO COM


SANGUE E OUTROS FLUIDOS
POTENCIALMENTE CONTAMINADOS
DEVEM SER TRATADOS COMO
EMERGÊNCIA POIS A PROFILAXIA
DEVE SER INICIADA O MAIS RÁPIDO
POSSÍVEL.
LEMBRE-SE

• MEDIDAS PROFILÁTICAS PÓS-


EXPOSIÇÃO NÃO SÃO TOTALMENTE
EFICIENTES
• MEDIDAS DE PRECAUÇÕES UNIVERSAIS
É A MEDIDA MAIS EFICAZ NA
PREVENÇÃO DE HEPATITE E HIV
COMPROMISSO
A urgência do Atendimento
Pré-Hospitalar pressupõe
agilidade, mas não o descuido
com a biossegurança.