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#PartiuPoupar

Ressignificando o Consumo
Educação Financeira
além dos cálculos

Sesc Cidadania e Sesc Santa Genoveva


Apresentando BIORC com dicas de Educação Financeira

https://www.youtube.com/watch?v=25ewXLHKQyM
Pra início de conversa, vejamos o que disse
uma consumidora que esteve superendividada:

“Nunca fui de me planejar pra comprar alguma


coisa. Eu sempre fui assim: comprar, comprar,
comprar. É triste,mas se eu tenho dez eu gasto
dez, estou sempre comprando coisa. Quando
não consigo comprar, fico mal, excluída, triste,
não estou feliz daquele jeito. Fico pensando
quando vou poder ter, porque sei que ninguém
vai me olhar, vou estar mal vestida, vou me
sentir mal. Ter posses hoje em dia é tudo
status, se uma pessoa tá mal vestida tu não vai
nem olhar pra ela, nem querer conhecer. Tem
às vezes coisa que eu compro e acabo não
usando. Naquele momento era a coisa mais
incrível do mundo, e depois aquilo era uma
coisa a mais que eu tinha comprado... aí eu me
arrependo, aí a sensação não é muito boa. [...]
Na verdade, fiz empréstimos pra pagar outras
contas, né, que eu não tava conseguindo dar a
volta por cima”.
Gastar menos do que se ganha

https://www.youtube.com/watch?v=Rrcsgg9aDLw
Serasa é uma empresa privada brasileira de caráter público, responsável por reunir informações, fazer
análises e pesquisas sobre as pessoas físicas e jurídicas que estão com dívidas financeiras. A principal
função da Serasa é gerenciar um banco de dados, onde constam os nomes das pessoas e empresas que
possuem alguma inadimplência financeira. Quando você deixa de pagar uma dívida, o banco ou loja pode
enviar essa informação para a Serasa e SPC Brasil de que você está inadimplente, ou seja, que
está negativado. E essa informação fica disponível para qualquer empresa que contratar o serviço da
Serasa ou SPC. As duas empresas têm a mesma função: informar quem está com o nome sujo e dar
outras informações importantes para as empresas que querem vender a prazo ou conceder empréstimos.
Educação financeira – Tudo está interligado no nosso planeta...

https://www.youtube.com/watch?v=EclfirCPPN4&t=133s
Falta
de
dinheiro?

Pequenas
mudanças de
hábitos...
Vilões do Orçamento

https://youtu.be/eSOjBct5IJk
Quanto custa manter um pet?
Gastos mensais podem comprometer até 24% da renda

https://www.youtube.com/watch?v=PTdmwo2CWpQ&t=11s
Segundo dados da Abinpet
(Associação Brasileira da
Indústria de Produtos para
Animais de Estimação), um
cachorro de porte médio
(entre 11kg até 25kg) custa R$
278,21 por mês. Neste valor
estão considerados gastos
com ração (332 gramas por
dia), banho e tosa (uma vez
por mês), veterinário (três
consultas por ano), antipulgas
(uma vez por mês), vacinas
(uma dose por ano) e
vermífugos (duas vezes ao
ano).

No Brasil, os gastos com animais de estimação variam de


menos de 1% a 24% da renda familiar, dependendo da
classe econômica. Quanto menor o salário, maior é a
proporção do gasto mensal com os pets, segundo a
Abinpet.
Organizando o Orçamento Familiar

https://www.youtube.com/watch?v=RHZY5StVajA
Saiba Poupar

https://www.youtube.com/watch?v=TGMK1oVfy1Q
Ganho pouco mas tenho uma situação financeira
equilibrada. Qual é o segredo?
Receita = Despesa = Resultado Nulo
Receita > Despesa = Superávit (Lucro)
Receita < Despesa = Déficit (Prejuízo)

E assim podemos dizer que se as despesas são iguais


à receita o resultado das operações da família/empresa
são nulos. Se as receitas são maiores que as despesas
teremos lucro (economizou) ou superávit, e se as receitas
forem menores que as despesas, o resultado será
prejuízo (dívida) ou déficit.

Receita e entrada não podem se confundir


Receita então é entrada de capital? Não. Imagine que sua
empresa pegou um empréstimo no banco. Naquele mês o caixa
inflou com essa entrada de dinheiro, mas esse capital terá de ser
pago em parcelas, com juros e provavelmente foi pego para ser
gasto em outras coisas. Esse capital sairá, não é mesmo? Também
não poderá ser usado lá na frente na apuração dos resultados.
Ou seja, essa entrada só influenciará nas contas do fluxo de caixa
e não contribuirá para aumentar o patrimônio da empresa.
Todas as famílias, por definição, têm um
orçamento. Ele normalmente é composto pelo
conjunto de todas receitas e despesas do lar:
salários, benefícios sociais, pensões e outros
ganhos dos membros da família — entre as
receitas —, e aluguel, contas de telefone,
internet, energia elétrica, combustível e outros
— entre as despesas.
Em se tratando de gastos e investimentos,
ambos podem ser confundidos
conceitualmente dentro do orçamento familiar,
tendo em vista que os dois se enquadram
dentro do campo das despesas.
Saber diferenciá-los, portanto, é a chave para o
progresso na vida financeira de qualquer
pessoa e de qualquer família.
Gastos
Quando se fala em gastos, outra palavra que vem à mente é
consumo. É natural que seja assim, pois ambos são indissociáveis,
e dentro do orçamento familiar os dois conceitos estão juntos o
tempo todo.
Por isso sua associação ao consumo, o qual está ligado
diretamente ao endividamento. Sendo assim, quando crescem os
gastos, é porque cresceu o consumo, que, pode gerar o
endividamento.
Não existe problema em gastar, consumir e se endividar. Pelo
contrário, esses são comportamentos sadios sem os quais não
viveríamos tão bem. O equilíbrio das contas é que deve ser
priorizado para que as finanças não saiam do controle.
Quando uma família tem objetivos financeiros e necessita cortar
gastos para atingi-los, os gastos considerados supérfluos são
prontamente eliminados, como assinaturas de canais de televisão,
idas frequentes ao cinema, excesso de refeições fora de casa,
entre outros.
Enquanto alguns gastos podem ser cortados, outros podem
simplesmente ser evitados, como multas de trânsito, reprovação
em matérias de cursos particulares, pagamento de juros em
financiamentos, entre outros.
Dependendo dos gastos que forem cortados do orçamento
familiar, o padrão de vida de toda a família diminui. Infelizmente,
há momentos em que de fato os cortes são necessários,
sobretudo quando as receitas da família diminuem por algum
motivo.
Por isso, é fundamental gerir de perto o orçamento familiar, pois,
assim, é possível se preparar para uma eventual necessidade de
conter as despesas, ou até mesmo de priorizar determinados
gastos em detrimento de outros.
Você ainda não tem um trabalho
remunerado, mas vamos fazer
uma simulação...
Supérfluo e Essencial

https://www.youtube.com/watch?v=W7z-OTGc-lE
Pensando a prática...
Necessário & Supérfluo
Prioridades

https://www.youtube.com/watch?v=Sp-Mjn_-WbE
Aprendendo a Poupar

https://www.youtube.com/watch?v=buIawTRkZHM
A história do dinheiro

https://www.youtube.com/watch?v=FC33pzsW68Y
A evolução da moeda brasileira

Uma breve história do nosso dinheiro desde os


tempos do Império
O dinheiro no país tem uma história
curiosa. Desde que a primeira moeda
legitimamente brasileira foi cunhada
por aqui, na antiga Casa da Moeda da
Bahia, em 1694, nosso dinheiro mudou
nove vezes. Ele vem evoluindo e
perdendo incontáveis zeros por conta do
pesadelo da inflação. Somente com a
implementação do Real, em 1994, nossa
Inflação é um termo utilizado na área da moeda se estabilizou. Apesar de ainda
Economia que representa um aumento contínuo
e generalizado dos preços de bens e serviços em
vir perdendo valor com o tempo, isso
um sistema econômico. tem acontecido em uma taxa lenta de
A noção de inflação da economia surgiu em 1838 e significa o desvalorização.
aumento dos preços que acontece de forma persistente e que Conheça a história do nosso dinheiro,
resulta na diminuição do poder aquisitivo de uma moeda. Isso
quer dizer que, quanto maior for o índice da inflação, desde os tempos do império:
menor será o poder de compra da moeda.
REAL IMPÉRIO (1833-1888)
As primeiras cédulas do Brasil, nos tempos
do Império, se baseavam no sistema
monetário português. O real já era
conhecido como “réis” naqueles tempos.
REAL REPÚBLICA (1889-1942)
A partir da Proclamação da República, a moeda continuou sendo o real, com a
emissão de novas cédulas. Mil réis era praticamente o nome da moeda, já que
ela valia mil dos antigos reais do império. O montante equivalente a mil réis
era chamado de conto de réis, ou seja, um milhão de reais do Império.
CRUZEIRO (1942-1967)
O cruzeiro foi criado em 1942 em substituição ao mil réis, que gerava uma certa
confusão por conta das frações serem em milésimos. O cruzeiro instituiu pela
primeira vez a moeda com centavos, facilitando as transações. Um cruzeiro foi
equivalente a mil mil réis, ou um conto de réis.
CRUZEIRO NOVO (1967-1970)
O cruzeiro novo utilizava as mesmas cédulas do cruzeiro, mas com um carimbo
mostrando seu novo valor. Foram cortados três zeros da moeda, e 1000
cruzeiros passaram a valer 1 cruzeiro novo.
CRUZEIRO (1970-1986)
A moeda voltou a se chamar cruzeiro três anos depois, com novas cédulas. Seu
valor não foi alterado em relação ao cruzeiro novo. Com o tempo, a moeda foi se
desvalorizando, e novas cédulas de valor muito maior foram sendo criadas. Em
1986, último ano de circulação dessa moeda, já existiam notas de 100 000
cruzeiros.
CRUZADO (1986-1989)
O padrão das cédulas continuaram os mesmos nesta transição, mas a moeda perdeu
três zeros e 1 000 cruzeiros passaram a valer 1 cruzado. Durante os primeiros meses
da mudança, as antigas cédulas de cruzeiro foram carimbadas com o novo valor em
cruzados.
CRUZADO NOVO (1989-1990)
O cruzado novo veio substituir o cruzado, na segunda reforma monetária do
governo do presidente José Sarney. A moeda perdeu três zeros em relação à sua
antecessora, e mais uma vez as notas receberam um carimbo com o novo valor
no período de transição. Em seguida, novas cédulas foram criadas.
CRUZEIRO (1990-1993)
Pela terceira vez, nossa moeda recebe o nome de cruzeiro, na reforma monetária de
1990, mas mantendo o valor de seu antecessor, o cruzado novo. A hiper-inflação fez
a moeda se desvalorizar rapidamente e em apenas três anos, já havia cédulas de 500
000 cruzeiros.
CRUZEIRO REAL (1993)
O cruzeiro real foi instituído em 93, cortando três zeros da moeda anterior, e
aproveitando algumas de suas notas, devidamente carimbadas com o novo valor.
REAL (1994 até hoje)

Em julho de 1994, foi criada uma moeda


para definitivamente frear a hiper-
inflação. Durante a transição, todos os
preços passaram a ser especificados em
URV (Unidade Real de Valor), que valia
CR$ 2750,00 (valor em cruzeiros reais).
Quando o real foi instituído
definitivamente, passou a valer 1 URV, ou
seja, CR$ 2750,00. Foi a primeira vez na
história que a mudança da moeda não foi
com um valor redondo, como retirar três
zeros. Suas cédulas passaram a exibir
animais da fauna brasileira em uma face e
a efígie da república na outra, já que a
galeria de heróis brasileiros estava escassa,
tantas foram as mudanças de moeda nos
anos anteriores.
R$ 0,05
Uma moeda de 5 centavos custa R$ 0,11 para
ser fabricada, o que representa 220% de seu
valor de face. Isto é, são necessárias mais de
duas moedas de 5 centavos para produzir uma
moeda de 5 centavos.

R$ 0,10
Cada moeda de 10 centavos custa ao Banco
Central R$ 0,16, ou 160% de seu valor de face.

R$ 0,25
A moeda de 25 centavos custa R$ 0,23, ou
92% de seu valor de face.
R$ 0,50
A moeda de 50 centavos sai por R$ 0,20,
equivalente a 40% de seu valor.

R$ 1
Cada moeda de um real custa R$ 0,29
para ser produzida, ou 29% do valor.

R$ 2
A cédula de 2 reais sai para o Banco Central por R$
0,17, equivalente a 8,5% do valor.

R$ 5
Uma cédula de 5 reais custa R$
0,18 para ser fabricada, o que
representa 3,6% de seu valor
R$ 10
A cédula de 10 reais é fabricada por R$ 0,18,
ou 1,8% de seu valor

R$ 20
Uma cédula de 20 reais sai por R$ 0,20 para o Banco Central,
ou 1% de seu valor

R$ 50
Cada cédula de 50 reais custa R$ 0,24 para ser
produzida, o que dá 0,48% do valor

R$ 100
A cédula de 100 reais é, proporcionalmente, a de
produção mais barata: são R$ 0,25, ou 0,25% do valor
Taxas de Juros

https://www.youtube.com/watch?v=7VmzpKFmja8
Produtos Financeiros

https://www.youtube.com/watch?v=Cyx_ZOSc_dU
Alternativa aos Juros Elevados

https://www.youtube.com/watch?v=VH9W8yvE5j0
Mercado de Ações – Bolsa de Valores

https://www.youtube.com/watch?v=8K_eJ_8vqHM&t=11s
Referencias
https://www.bol.uol.com.br/listas/descubra-quanto-custa-produzir-cada-cedula-e-moeda-de-real.htm
https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/inadimplencia-do-consumidor-afeta-615-milhoes-no-pais-revela-serasa
http://www.ufrgs.br/ocsc/mirror/4f9e76117e04528ab6eecf44aa6f773f/caderno_de_educacao_financeira.pdf
https://blog.racon.com.br/planejamento-financeiro/como-diferenciar-gastos-e-investimentos-no-orcamento-familiar/
http://www.cebinet.com.br/pessoais/escada/frcuriosidades03.htm
https://vejasp.abril.com.br/blog/memoria/evolucao-moeda-brasileira/
https://www.significados.com.br/inflacao/
http://www.moedasdobrasil.com.br/moedas/timeline8.asp
https://financeone.com.br/guias/historico-de-moedas-brasileiras/
https://www.tororadar.com.br/blog/organizando-orcamento-familiar-domestico-tudo-que-voce-precisa-saber
https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/7284703/quanto-custa-manter-pet-gastos-mensais-podem-comprometer-
ate-renda
https://www.youtube.com/watch?v=qh4Vn0I1R6w&list=PLK-Cp4ihnUvyMXqkh7x7yzy4eueD6pO7z
http://www.graninhakids.com/os-segredos-da-mente-milionaria-e-o-futuro-do-seu-filho/?d=117191311
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/contabilidade/historia-da-matematica-financeira/51446
http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/a-historia-da-matematica-financeira/30965/
https://www.somatematica.com.br/historia/matfinanceira.php
http://www.udemo.org.br/2011/Leituras11_0010_Historiadodinheiro.html
http://matematicafianceira.blogspot.com/?view=magazine
http://www.conhecer.org.br/enciclop/2011b/ciencias%20exatas%20e%20da%20terra/matematica%20financeira.pdf
https://youtu.be/EclfirCPPN4
https://www.youtube.com/watch?v=EclfirCPPN4&t=215s
https://www.youtube.com/watch?v=YPT933rDywM&t=46s

Material elaborado Por profª. Mara Rúbia Matias de Sousa. Abril 2019