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Vetores

Prof. Adriel F. Sartori


IFSP – Suzano
Grandezas escalares
• Representadas por apenas um número (seu
módulo, ou magnitude)
– Temperatura – 27oC, 79oF, 12K ...

– Massa – 5Kg, 12lb, 300g ...

– Volume – 2L, 150cm3, 200ml, 300m3 ...


Grandezas vetoriais
• Necessitam de mais informações, além da sua
magnitude, para serem quantificadas
– Deslocamento: “Tal veículo se deslocou 20km”, ok,
mas pra onde?
– Velocidade, aceleração ...
• A aceleração pode,
dependendo de pra onde
aponta, aumentar, diminuir,
ou alterar a direção da velocidade!
Orientação do movimento
• Em uma dimensão • Em três dimensões
– O movimento pode ser – O movimento pode ser
para frente ou para trás. feito para frente, para
Pode ser representado trás, para esquerda, para
pelos sinais + ou - direita, para cima ou para
baixo. Isso se o corpo não
girar no próprio eixo
Representação vetorial
• Grandezas vetoriais podem ser representadas
por setas em um plano cartesiano bi ou
tridimensional Nas representações
gráficas, a magnitude
(ou módulo) do vetor
é representada pelo
tamanho da seta. A
direção pelo ângulo
que o mesmo forma
com um dos eixos e o
sentido pela seta.
O vetor deslocamento
• Vamos considerar dois pontos e três caminhos
possíveis para se ir de A até B...
O vetor deslocamento
• Mas só há um vetor deslocamento possível
entre os pontos A e B
Nomenclatura
• v ou v = grandeza vetorial
– Magnitude e orientação
• v ou |v| ou |v| = Apenas a magnitude da
grandeza vetorial
O vetor deslocamento
• Para os slides seguintes, vamos considerar o
vetor deslocamento, mas o que fizermos aqui
valerá para qualquer grandeza vetorial
Vetores paralelos

Vetores antiparalelos
Vetores paralelos Vetores iguais
Vetores iguais
• O que define um vetor?
– Magnitude
– Direção
– Sentido
Adição de vetores

• Dois vetores, a e b podem ser somados como


demonstrado acima, unindo o início de um
vetor ao término do outro. A resultante terá
origem na origem do primeiro vetor e fim
coincidente com o fim do último vetor
somado. Este é o método geométrico.
Adição de vetores

• Outro método é unir as origens dos vetores


em um ponto em comum. A partir de seus
finais, traçar uma reta paralela ao outro vetor.
Onde as retas paralelas se encontrarem, será o
final do vetor resultante. Este é o método do
paralelogramo
Regra do paralelogramo

Tomemos um vetor a

a
Regra do paralelogramo

E mais um vetor b,
b formando ângulo α
entre eles
α

a
Regra do paralelogramo

O Vetor resultante pode


b ser determinado pela
regra do paralelogramo,
α para isso ...

a
Regra do paralelogramo

a Traçamos uma reta paralela


ao vetor b, que passa no
final do vetor a
Regra do paralelogramo
Depois, traçamos uma reta
paralela ao vetor a, que passa
pelo final do vetor b

a
Regra do paralelogramolas
e e
o nd
qu i
a a tram
Olh ncon
e e
s

a
Regra do paralelogramo

a
Na origem comum dos vetores, é
onde começo a desenhar o vetor
resultante
Regra do paralelogramo

b
r
No encontro das
α paralelas é onde
termina meu vetor
a resultante
Cálculo da resultante
• Lei dos cossenos
Embora resolveremos exercícios de forma mais
simples, é válido saber da existência dos cálculo
que seguem
Cálculo da resultante
• Lei dos cossenos
Vamos ampliar esse
desenho, mas só o
triângulo definido
α pelos vetores a e r, e
pela reta paralela ao
vetor b
Cálculo da resultante
• Lei dos cossenos

r
b

a
Cálculo da resultante
• Lei dos cossenos Vamos lembrar
quem era o
ângulo α
α

r
α b

a
Cálculo da resultante
• Lei dos cossenos Era o ângulo formado
entre os vetores a e
b, ou seja, entre os
vetores que
α
queremos somar

r
α b

a
Cálculo da resultante
A lei dos cossenos pede
• Lei dos cossenos que trabalhemos com o
ângulo suplementar a
alfa, no entanto podemos
trabalhar com o próprio
angulo alfa se usarmos o
α sinal positivo, ao invés do
negativo

r
α b

a
Cálculo da resultante
• Lei dos cossenos Se usarmos o próprio ângulo alfa,
a lei dos cossenos fica assim

r
α b

a
Soma vetorial, atenção!
• A soma vetorial
– a + b + c = r é diferente da soma de suas
magnitudes, ou módulos
–a+b+c=r

A soma vetorial é asociativa:


(A+B)+C = A+(B+C)
Vetor magnitude zero
• A+B=0 quando os vetores A e B são iguais em
magnitudes mas opostos em direção.

a b
a Pode-se dizer que a=-b ou
b = -a, dessa forma:
a+b = a+(-a) = 0,
que não precisa ser representado
b como vetorial por ser nulo
Subtração de vetores
• A subtração
entre
vetores
pode ser
entendida
como a
soma com o
oposto
Multiplicação de vetores por escalar

• O vetor resultante da multiplicação de um


vetor por um escalar possui a mesma
orientação (direção e sentido) do vetor que foi
multiplicado
Decomposição de vetores
Aqui vamos usar as
funções seno e
cosseno, para
decompor o vetor a
em ax e ay
Decomposição de vetores
• sen Θ = ay/a
• cos Θ = ax/a
Decomposição de vetores
• ax = a.cos θ
• ay = a.sen θ
– Se forem conhecidos
os valores de ax e ay,
podemos encontrar θ:
tg θ = ay/ax
– Bem como a
magnitude de a:
a = (ax2+ay2)1/2
Determine também a direção
desse vetor resultante
Do jeito que está aqui,
fica fácil resolver pelo
método geométrico,
pois o início do vetor y
já está coincidindo com
o final do vetor x
Lembrando, pelo
método geométrico
basta traçarmos um
vetor com origem
coincidindo com a
origem do primeiro
vetor (no caso, x)
E o final do vetor
resultante deve coincidir
com o final do último
vetor desenhado, no
caso, y
Início
fim
Mas ainda precisamos
caracterizar esse vetor
resultante. Devemos
dar o módulo e
direção, além do
sentido.
Cálculo do módulo:
- Vamos olhar na malha
quadriculada, como se o
vetor resultante fosse a
hipotenusa de um
triângulo retângulo
Cálculo do módulo:
- Se assim fosse, quais
seriam os catetos?
Cálculo do módulo:
- Se assim fosse, quais
seriam os catetos?

Cateto 1
Cálculo do módulo:
- Se assim fosse, quais
seriam os catetos?

Cateto 2
Cateto 1
Cálculo do módulo:
- Se assim fosse, quais
seriam os catetos?

usa
te n
o

Cateto 2
Hip

Cateto 1
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
sa

Cateto 2 (c2)
enu
ot
Hip

Cateto 1 (c1)
Cateto 2 (c2)
Cateto 1 (c1)

Ótimo, com pitágoras


descobrimos o módulo do
vetor resultante. Mas e sua
direção?
Cateto 2 (c2)
Ótimo, com pitágoras
Cateto 1 (c1)
descobrimos o módulo do
vetor resultante. Mas e sua
direção?

Para melhor representar sua direção vamos


usar o ângulo que ele forma com a
horizontal. Esse ângulo pode ser descoberto
com auxílio da função tangente.
Cateto 2 (c2)
Ótimo, com pitágoras
Cateto 1 (c1)
descobrimos o módulo do
vetor resultante. Mas e sua
direção?

Para melhor representar sua direção vamos usar o


ângulo que ele forma com a horizontal. Esse ângulo
pode ser descoberto com auxílio da função tangente.

Por enquanto basta sabermos que a tangente


de um ângulo é igual ao cateto oposto a esse
ângulo dividido pelo cateto adjacente ao
ângulo, ou seja...
Cateto 2 (c2)
(Oposto)
β
Cateto 1 (c1)
(Adjacente)
Cateto 2 (c2)
(Oposto)
β
Cateto 1 (c1)
(Adjacente)
Agora vamos precisar de calculadora...
Pois você tem o valor da tangente do
ângulo e quer descobrir quanto vale o
ângulo
Agora vamos precisar de calculadora...
Pois você tem o valor da
tangente do ângulo e quer
descobrir quanto vale o
ângulo

Para isso você deve usar a


função inversa da tangente
Agora vamos precisar de calculadora...
Pois você tem o valor da
tangente do ângulo e quer
descobrir quanto vale o
ângulo

Para isso você deve usar a


função inversa da tangente

Representada aqui por


tan-1
Agora vamos precisar de calculadora...
Pois você tem o valor da
tangente do ângulo e quer
descobrir quanto vale o
ângulo

Para isso você deve usar a


função inversa da tangente

Representada aqui por


tan-1

Que pode ser acionada


apertando shif
Lista de exercícios!