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UNIVERSIDADE FEDERAL CAMPUS DE

DO PARANÁ JANDAIA DO SUL

Análise da atividade

Disciplina: Engenharia Ergonômica (JEP015)


Professor: William Rodrigues dos Santos
Análise Ergonômica do Trabalho
 Significa colocar a atividade de trabalho no
centro da análise e a partir da compreensão
desta, buscar a formulação de respostas às
demandas que surgem no interior das situações
produtivas.

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Elaboração do pré-diagnóstico
 Resultante da formulação de hipóteses a partir
dos registros coletados nas etapas anteriores
seguida da formulação de um plano de
observação categorizando os observáveis
(deslocamentos, direção do olhar,
comunicações, posturas, entre outros).

 Observáveis = variáveis de interesse

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Hipóteses de nível 2
 O que são hipóteses?
 São afirmações que correspondem a uma
possibilidade de explicação sobre determinada causa
de estudo.

 Uma hipótese científica é uma proposição


especulativa que se aceita de forma provisória
como ponto de partida de uma investigação.
 A verdade ou refutação da hipótese é determinada
graças a dados, raciocínios ou experiências

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Hipóteses de nível 2
 Correlacionar os constrangimentos às condições
observadas;
 “parece que tais fatores levam os operadores a
trabalhar de tais maneiras, o que pode explicar tais
consequências”.

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MENEGON, N. L. Projeto de Processos de Trabalho: o caso da atividade do carteiro. 259 p. Tese (Doutorado em
Engenharia de Produção) - COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2003.
 A verbalização é essencial pelas seguintes
razões: (1) a atividade não pode ser reduzida ao
que é manifesto e, portanto, observável. Os
raciocínios, o tratamento das informações, o
planejamento das ações só podem ser
realmente apreendidos por meio das explicações
dos operadores; (2) as observações e medidas
são sempre limitadas em sua duração. Assim, o
operador pode ajudar a ressituar essas
observações num quadro temporal mais geral; e
(3) nem todas as consequências do trabalho são
aparentes (GUÉRIN et al., 2001).
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Observações sistemáticas
 Como o trabalhador faz? Por que ele faz?
 Quais as estratégias os trabalhadores
desenvolvem para dar conta das variabilidades
encontradas.
 Observações sistemáticas
 Busca por uma situação característica
 Busca por situações em que ocorrerem variabilidades
 Entrevistas coletivas ou individuais –
questionário de percepção
Planejamento das observações
 As ações no trabalho NÃO são independentes
 Os constrangimentos podem não estar evidentes
nas ações
 análise da intencionalidade dos operadores
 estratégias, regulação, modos operatórios
 Fugir da noção de carga de trabalho e centrar
nos motivos das ações
 A finalidade é descrever e explicar as ações
(atividades) dos operadores

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Observações sistemáticas
 CURSIVAS: acompanhar o curso da atividade com o
objetivo de verificar a distribuição temporal das
atividades , quantificar ações e operações.

 PARTICIPATIVAS: observar o operador realizando a


tarefa fazendo perguntas (o quê, como, para quê, em
que condições, ...) para compreender os determinantes
da atividade, redefinir a demanda, qualificar dados
quantitativos.

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Observações sistemáticas
 NÃO PARTICIPATIVAS: observar a atividades, a partir
de dados e variáveis definidas, sem intervenção do
operador.

 PENSAR EM VOZ ALTA: solicitar ao operador que faça


suas tarefas verbalizando suas ações e as razões destas
ações, para verificar as estratégias adotadas e
compreender os determinantes da tarefa.

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Análise da atividade: variáveis de interesse
 A exploração visual
 As fontes de informações utilizadas
 A frequência de seu uso
 A sequência de busca

 Lembrem a operação que o trabalhador der maior


atenção visual tende a ser a mais importante.
Análise da atividade: variáveis de interesse
 As comunicações
 Aspectos coletivos da atividade
 A natureza das comunicações
 Produção
 Qualidade
 Descontração
 A frequência da comunicação
Análise da atividade: variáveis de interesse
 As posturas
 Identificar as principais posturas adotadas durante o
trabalho
 Lembrem que a postura é responsável
 Pela manutenção do equilíbrio
 Pelo suporte gestual
 Pelo suporte da busca de informação visual
 Pela fadiga física e visual
 Pelas relações entre as características antropométricas do
operador e as características físicas do posto de trabalho
Análise da atividade: variáveis de interesse
 As ações

 Uma ação sempre tem um objetivo para quem a


desenvolve, que nem sempre é acessível
simplesmente pela observação.
Análise da atividade: variáveis de interesse
 Verbalizações
 O que você está fazendo?
 Como você faz?
 Por que você faz assim?
 Você sempre consegue um bom resultado?
 Isso sempre ocorre assim?
 E quando há uma perturbação?
Análise da atividade: variáveis de interesse
“Já aconteceu umas duas vezes de queimar meu braço quando a
seladora volta, mas hoje não me queimo mais, já peguei a
prática.” (Operadora do posto)

“A atividade de selamento às vezes não dá certo, o filme não sela


a caixa e isso é muito irritante. Acredito que ocorre por causa do
próprio filme e a temperatura da máquina. Tenho que repetir a
atividade selando novamente e na maioria das vezes tenho que
descartar o filme e selar novamente.” (Operadora do posto)
Análise da Atividade

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Validação
 Trata-se da verificação se as análises geradas
referem-se a situação real.
 Confrontar as hipóteses estabelecidas

 Diferentes atores podem participar desse


processo, mas é imprescindível que o
trabalhador do posto de trabalho analisado
participe.
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