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A sua família pode ser

melhor.
A família na plenitude do Espírito.
• O significado de Plenitude.

• Pleróo, encher (πληρούσθε


A família na εν πνεύματι) Ef 5.18b. Tem a
ideia de continuidade no
plenitude do enchimento.
Espírito.
• Pleroma, plenitude, cheio,
completo (πληρώματος του
χριστού) Ef 4.13
• E não vos embriagueis com vinho, em que há
contenda, mas enchei-vos do Espírito (Ef 5.18)
(Almeida Revista e Corrigida)
• (Pleróo) – encher (VMPPYP) Verbo Imperativo
Presente Passivo 2ª pessoa Plural

A família na • até que todos cheguemos à unidade da fé e do


pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de
plenitude do *homem feito, à medida da estatura da plenitude
de Cristo (Ef 4.13) (Almeida Revista e Atualizada)
Espírito. (Pleroma) – plenitude (NGNS) = Substantivo Genitivo
Neutro Singular)

* Andra teleion = homem completo


I - PLENITUDE DO ESVAZIAMENTO

• Esse conceito significa o meu esvaziamento


completo, esvaziamento cheio. Quando não há
mais nada de mim em mim. Quando não há
mais nada de você em você. Quando não há
mais nada de nós em nós.
• Timothy Keller em seu livro Ego Transformado
traz um conceito interessante; ele fala do
autoesquecimento que “É não pensar em mim
mesmo como se fosse mais do que sou, como
nas culturas modernas; nem pensar em mim
mesmo como se fosse menos do que sou,
como nas culturas tradicionais. É
simplesmente pensar menos em mim mesmo”.
I - PLENITUDE DO ESVAZIAMENTO (Cont.)

• Paulo também fala da plenitude do esvaziamento e


do autoesquecimento quando escreve para os
Gálatas: “Não sou eu quem vive, mas Cristo vive
em mim”. E aos coríntios: “Mas nós temos a mente
de Cristo”.
• Nós erramos quando nossas ações cristãs são
baseadas nas certificações que obtemos, no
conhecimento que adquirimos; isso pode nos levar
a pecar contra o Espírito, prescindindo da virtude
que vem Dele (At 1.8).
• Sobre tudo que sabia sobre muitas coisas Paulo
disse considerar refugo (Fp 3.7-9). Nada contra as
certificações e a busca do conhecimento, mas
essas coisas não devem tomar o lugar do Espírito.
I - PLENITUDE DO ESVAZIAMENTO (Cont.)

• Podemos ver a plenitude do esvaziamento em João


Batista quando ele, ao encontrar-se com Jesus
disse: "Convém que ele cresça e que eu diminua"
(Jo 3.30). Interessante que João tinha uma relação
próxima se Jesus mais não se valeu dessa condição
(Lc 1.36). Isabel era συγγενής de Maria.
• Em Paulo ainda, podemos observar a plenitude do
esvaziamento quando ele se refere a Jesus em
Filipenses cap. 2.7,8 Pra nós ele diz: Haja em vós o
que houve em Cristo Jesus, que subsistindo em
forma de Deus, se esvaziou (ekenozen). Isto é,
Jesus adotou para si mesmo a plenitude do
esvaziamento, que aprendemos como kenosis.
I - PLENITUDE DO ESVAZIAMENTO (Cont.)

• Paulo estava querendo dizer o seguinte: cada um


construa a sua kenosis particular. Daí entendermos
que essa plenitude do vazio de si mesmo nos
habilita à busca da plenitude do Espírito Santo.
• A plenitude do Espírito Santo é algo que se busca
pelo crente em particular, mas que resultará em
benefício para si mesmo e refletirá na vida dos
membros de sua família.
• Assim, a busca da plenitude do Espírito Santo é
pessoal, é particular e individual.
II - PLENITUDE E DIREÇÃO DO ESPÍRITO

• A nossa ação é familiar, é comunitária, é global (“Até os


confins da terra”).

• Embora vivamos na comunidade do Espírito, ela é a


comunidade das individualidades no Espírito.

• Mesmo que Paulo tenha usado o verbo de modo


coletivo, segunda pessoa do plural, todo enchimento
tem o seu início nas individualidades (Ef 5.18).
II - PLENITUDE E DIREÇÃO DO ESPÍRITO (Cont.)

• Essa individualidade é primeiro ditada por Jesus: "E tu,


quando entrares no teu quarto".
• Entendo aqui que a nossa plenitude no Espírito não
precisa ser aclamada pela comunidade.
• Quando a comunidade nos aclama corremos o risco do
esvaziamento da plenitude do Espírito.
• O que outros dizem sobre plenitude: “Sem a plenitude
do Espírito, o crente fica fraco, carnal e derrotado, e a
vida cristã fica sem gosto ou interesse (...) É a
plenitude do Espírito que faz a diferença entre uma
vida carnal e espiritual” (Pr. John D. Barnett –
Fundamentos Bíblicos da Família).
II - PLENITUDE E DIREÇÃO DO ESPÍRITO (Cont.)

• A plenitude do Espírito também é importante nas


funções que pensamos ser necessárias aptidões
administrativas e logísticas: diácono (At 6.5 Estevão).

• Na plenitude do Espírito não é que temos mais do


Espírito, mas que o Espírito tem mais de nós (Pr.
Barnett).

• Quanto mais o Espírito tem a mim mais a minha família


transbordará Dele e não de mim.
III - A PLENITUDE DO ESPÍRITO NA PRÁTICA FAMILIAR.
(Apenas para fazer contraponto Ef.5.18a)

• Para a família o bom não é o vinho... mas o Espírito.


• Vamos considerar o vinho apenas uma metáfora para
o cristão; e como metáfora, ele representa o perigo de
não sermos plenos do Espírito. Aí o problema será o
que poderá mover nossas ações.
• O risco de sermos movidos pela embriaguez da
insensatez
• O risco de sermos movidos pela embriaguez da
discórdia
• O risco de sermos movidos pela embriaguez da
imoralidade
• O risco de sermos movidos pela embriaguez das
divisões e incompreensões.
I- A PLENITUDE DO ESPÍRITO NA PRÁTICA FAMILIAR
(Cont.)
Quando cada crente membro da família é
dinamizado pelo Espirito, ele passa a produzir o
fruto que embeleza as suas relações familiares:

• Amor:
santo profundo e incondicional pelos da sua casa.
• Alegria:
gozo que vem da nossa libertação das culpas do
pecado que costumam separar os membros da
família.
• Paz:
flui na vida familiar como prova que ela é verdadeira
em qualquer circunstância.
I- A PLENITUDE DO ESPÍRITO NA PRÁTICA FAMILIAR
(Cont.)

• Longanimidade:
paciência e perseverança para enfrentarmos juntos os
problemas da vida.

• Benignidade:
ternura e gentileza no âmbito familiar e fora dele.

• Bondade:
capacidade que temos de deixar o amor agir com a
finalidade de buscar o bem dos nossos entes
queridos.
I- A PLENITUDE DO ESPÍRITO NA PRÁTICA FAMILIAR
(Cont.)

• Fidelidade:
manter-se fiel ao cônjuge e aos membros da família
em qualquer circunstância.

• Mansidão:
qualidade de ser gentil mesmo que o cenário seja
provocativo e tenso.

• Domínio próprio:
autocontrole em todas as situações.
CONCLUSÃO

• “O crescimento espiritual, o abandonar a velha


natureza e buscar viver como Cristo são
atividades pessoais, individuais do crente. Se a
família não está crescendo espiritualmente é
porque seus membros também não estão”
(Revista – Fundamentos Bíblicos da Família – Ed.
A família na Cristã Evangélica).

plenitude do • Invista no seu crescimento espiritual que os


Espírito. resultados serão vistos em sua própria família.

• Que Deus abençoe as nossa famílias.

• Pr. Eli da Rocha Silva OPBB/2036