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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS

CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE TABATINGA


CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

AS CULTURAS DA
INFÂNCIA NAS
ENCRUZILHADAS
DA 2ª
MODERNIDADE

Tabatinga, 7 de agosto de 2019


Discentes:

 Camila Cordeiro Catique


 Cristiano Haidem Vargas
 Jelson Soares Magalhães
 Nailza Pereira de Souza
 Patricia dos Santos e
Santos
Introdução
• O autor Manuel Jacinto Sarmento inicia seu
texto falando sobre os fatores que transformam
a infância, em concordância com o Sarmento
pode-se citar alguns como: globalização,
amadurecimento profissional cada vez mais
cedo, trabalho infantil, abandono e descaso,
transformações e problemas que afetam a
família contemporânea.

3
A INSTITUCIONALIZAÇÃO
MODERNA DA INFÂNCIA

Camila
• A ideia de infância é
uma ideia moderna.

• A infância foi o
resultado de um
processo complexo
de produção de
representações
sobre as crianças.

5
• 1º Fator – Instâncias
públicas de
socialização. (escola)
• 2º Fator – Novo papel
da família (cuidado
com a criança)
• 3º Fator – Formação de
um conjunto de
saberes sobre a
criança –
“Normalidade”
6
• Esses saberes desenvolvem-se paradigmaticamente
em torno de duas ideias conflituais da infância.

Criança anjo Criança Demônio

4º fator - A elaboração de um conjunto e procedimentos


configuradores da administração simbólica da
infância. (como as crianças devem ser )
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REINSTITUCIONALIZAÇÃO NA
2º MODERNIDADE

Nailza
• A 2ª modernidade é
marcada pelas rupturas
de direitos sociais
causadas pelo processo
de globalização.

• O autor diz que acontece


a reinstitucionalização da
infância. Infância
explorada
economicamente.
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• A escola ocupa o espaço
homogêneo de diferentes
culturas, ao qual reprime o
diferentes, gerando crise
educacional

• Diante desse problema


surgi o ensino particular,
a financeirização da
educação, que traz em seu
bojo o processo de
exclusão para os que não
podem pagar pelo ensino. 10
• A criança “sai do Centro
de pesquisa” e “a escola
passa a ocupar esse
lugar”.

• A família, por seu turno,


desenvolve tensões
reinstitucionalizadoras
em torno de
transformações
estruturais crescentes.
11
• As transformações na
estrutura familiar põem a
descoberto o carácter mítico
de algumas teses do senso-
comum que vêem no núcleo
familiar o espaço
aproblemático e
“natural”.

• A Família como instituição


social em construção
12
• Importa também
considerar a variação
seminal que consiste na
troca de papeis
geracionais (pais
ausentes) e a saída das
crianças para as múltiplas
agências de ocupação e
regulação do tempo
(espaços de ocupação de
tempo para as crianças)
13
• Questão central é,
também, a da
constituição do
mercado de produtos
culturais para a
infância.
• .

14
Afinal, ainda há um lugar
para a infância...

CRISTIANO 15
• “há possibilidade de considerar as crianças como
sujeito social nas condições propostas pela 2ª
modernidade?”

• “A segunda modernidade roubou das crianças sua


autonomia e condição de atores sociais capazes
de gerir transformações?”
16
• Infância de Dualidades:
Entre a criança A criança rejeitada,
desejada, depositária abandonada. e a
do futuro e da X criança da crise
esperança ; social
entre a criança
romântica

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A GRAMÁTICA DAS CULTURAS DA
INFÂNCIA

JELSON
• As culturas da infância
exprimem a cultura
societal em que se
inserem, mas fazem-no de
modo distinto das
culturas adultas, ao
mesmo tempo que
veiculam formas
especificamente infantis
de inteligibilidade,
representação e
simbolização do mundo.
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• A gramática das
culturas da infância
exprime-se em
várias dimensões:

• Semântica:

• Sintaxe:

• Morfologia:
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4 EIXOS DE ESTUDO DAS
CULTURAS DA INFÂNCIA

Patrícia
A interatividade
• O primeiro conceito
trabalhado é o da
interatividade, neste
espaço é ressaltada a
importância da
convivência das crianças
com outras crianças e
com os adultos para a
construção da sua
cultura.
A ludicidade

• A ludicidade esta na
interação com as outras
crianças e com os
brinquedos, no prazer
da atividade, no
conhecimento
construído através das
brincadeiras.
A fantasia do real

• Fantasia do real é a
forma que a criança
tem de recriar a
realidade, como ela
gostaria que fosse de
contar seus sonhos ou
de enfrentar situações
difíceis.
A reiteração
• Diz respeito as regras que
as crianças estabelecem
para si mesmas de como
as rotinas serão executas, a
comunicação, os segredos,
que vão sendo reinventadas
a cada necessidade que as
crianças sentem para se
proteger ou melhorar sua
interação.
De novo, o lugar
da criança...

Cristiano
• Na 2ª modernidade, as condições estruturais
da infância caracterizam-se pela afirmação
radicalizada dos paradoxos instituintes da
infância. Neste processo, as crianças
acrescentam elementos novos e distintos aos
seus comportamentos e culturas.
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Considerações Finais
• Pode-se perceber que a contemporaneidade
trouxe consigo uma reinversão dos valores,
sendo preciso pensar qual espaço esta
reservado para a criança e qual a capacidade
de mudança via transferência de cultura de
uma sociedade impregnada pela valorização do
trabalho, dinheiro, que desvaloriza ou
simplesmente deixa pra depois as relações
sociais e afetivas.
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Referências

• Sarmento, Manuel Jacinto (2004). “As


Culturas da infância nas encruzilhadas da
2ª modernidade”, in M-J. Sarmento, e A. B.
Cerisara, (Coord.), Crianças e Miúdos.
Perspectivas sociopedagógicas sobre infância e
educação. Porto. Asa. (9-34)

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