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ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO

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ANÁLISE DE RISCOS
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NÓS VIVEMOS EM UM MUNDO DE RISCOS
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(676-: 
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IDENTIFICAÇÃO DOS
RISCOS

ESTIMATIVA DA ESTIMATIVA DAS


PROBABILIDADE CONSEQUÊNCIAS

ANÁLISE DE
VULNERABILIDADE

MEDIDAS DE REDUÇÃO
DOS RISCOS

PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA Æ


Ú Ú 

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS

ESTIMATIVA DAS ESTIMATIVA DAS


PROBABILIDADES CONSEQUENCIAS

DETERMINAÇÃO DOS RISCOS

RISCOS ACEITÁVEIS?

 

SISTEMA EM OPERAÇÃO MODIFICAÇÃO DO SISTEMA


Ú  Ê 
Ú

DADOS SOBRE MODELOS


CONFIABILIDADE DOS
COMPONENTES LÓGICOS - MATEMÁTICOS

BANCO DE DADOS ÁRVORES DE FALHA


SOBRE CONFIABILIDADE ÁRVORE DE EVENTOS

BANDAFF SALP
EUREDATA CANONE
OREDA OUTROS
ñ
OUTROS
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INCÊNDIOS EXPLOSÕES VAZAMENTOS TÓXICOS

 
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RISCO ANÁLISE

PERIGO CONSEQUÊNCIA

PERDA VULNERABILIDADE

DANO CONFIABILIDADE

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SITUAÇÃO RISCO VARIÁVEL CONDIÇÃO


TRABALHO C/ QUEIMADURAS TEMPERATURA DA TEMP. CHAPA >>
CHAPAS CHAPA TEMP. PELE
AQUECIDAS

TRABALHO EM QUEDA FATAL ALTURA DE ALTURA >> QUE


ALTURA TRABALHO ALTURA DA
PESSOA

TRABALHO EM REDUÇÃO DOSE DE RUIDO DOSE MAIOR QUE


LOCAL RUIDOSO CAPACIDADE DIÁRIA 1 OU 100%
AUDITIVA

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È SITUAÇÃO ± TRABALHO EM DESENGRAXAMENTO DE PEÇAS COM SOLVENTES


SOLVENTES..

È RISCO ± INTOXICAÇÃO

MEDIDAS DE CONTROLE QUANTO A EXPOSIÇÃO AO RISCO PERIGO


NENHUMA ALTO

USO DE MÁSCARA FILTRANTE (EPI) MODERADO

LIMITAÇÃO DO TEMPO DE EXPOSIÇÃO BAIXO

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO QUASE


(AUSÊNCIA DO OPERADOR) NULO


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ITEM Ê(1/106H)
RESISTORES DE FIO 3,3
VÁLVULA DE ALÍVIO, 260 psi (3´) 1,5
VÁLVULAS DE CONTROLE PNEUMATICO 26,5
MICRO--LIMITS SWITCHES
MICRO 1,2
CALDEIRAS 1,1
PONTES ROLANTES 7,8
EQUIPAMENTOS A VÁLVULAS 165,0
DISJUNTORES ± 1 A 132 KV 5,7
TRANSFORMADORES DISTRIBUIÇÃO 3,4
BOMBAS DE ALIMENTAÇÃO CALDEIRAS 1012,5

EXEMPLO DE INFORMAÇÃO: MOTOR DIESEL

MODO DE FALHA: FALHA EM PARTIR


TAMANHO: 5 KVA
TEMPO: 2,5 ANOS
NR. PARTIDAS: 8389
NR FALHAS: 23
TAXA FALHAS: 0,00274 FALHAS/EVENTO m
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Empresa:
Empresa:
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Processo
Intenção Projetada
Projetada::
    
      
  

 
   


CATEGORIA DE FREQUÊNCIA DE OCORRÊNCIA DO
EVENTO

A- PROVÁVEL
B- RAZOAVELMENTE PROVÁVEL
C- REMOTA
D- EXTREMAMENTE REMOTA


SEVERIDADE DAS CONSEQÜÊNCIAS DO EVENTO
CAT. NOME CARACTERÍSTICAS
I DESPREZÍVEL È Ausência de lesões. Possibilidade apenas de casos de primeiros
socorros ou tratamento médico menor;
È Sem danos, ou danos não significativos as instalações e equipamentos;
È Não comprometimento significativo do meio ambiente.
ambiente.
II MARGINAL È Lesões moderadas a trabalhadores ou habitantes;
È Danos moderados às instalações e equipamentos;
È Degradação moderada do meio ambiente, porém passível de controle
através de equipamentos e medidas operacionais adequadas.
III CRÍTICA È Lesões severas ou impactantes;
È Danos severos às instalações e equipamentos; necessita manutenção
corretiva imediata;
È Danos relevantes ao meio ambiente, necessita medidas emergênciais.

IV CATASTRÓFICA È Morte ou lesões impactantes entre trabalhadores e/ou população;


È Perda de instalações e equipamentos;
È Severa degradação ambiental, com alterações populacionais e/ou
estruturais ou danos irreparáveis ao meio ambiente.

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MATRIZ DE RISCOS
S E V E R I D A D E
I II II IV
P
R
O A
B
A
B B
I
L
I C
D
A
D D
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1 DESPREZÍVEL
2 MENOR
3 MODERADO
4 SÉRIO
5 CATASTRÓFICO 
HAZOP - DEFINIÇÕES
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PALAVRAS-GUIA E SIGNIFICADOS
Não Negação da intenção projetada
Mais (mais Temperatura/mais Pressão) Acréscimo quantitativo
Menos (menos Temperatura/menos Decréscimo quantitativo
Pressão)
Também (mais de 1 produto na tubulação) Acréscimo qualitativo
Em parte (emulsão ± separou e vai só parte) Decréscimo qualitativo
Inverso (inverter caminho tubulação) Oposto da intenção projetada
Diferente de Tub H2SO4 ’ Tub. soda Substituição completa
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HAZOP

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EXEMPLO DE APR

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Empresa:
Empresa: DÉDALO E ÍCARO ME
Processo::
Processo FUGA DE CRETA
Intenção Projetada
Projetada:: VOAR UTILIZANDO ASAS.
ASAS.
    
      
  

 
   
1- Radiação -Voar muito alto 1.1- O calor A IV V 1.1.1- Prover
térmica do sol em presença de derrete a cera que orientação quanto a
forte radiação. une as penas: vôo muito alto.
Não sustentação
1.1.2- Restringir
aerodinâmica,
área da superfície
aeronauta pode
aerodinâmica com
morrer no mar.
linho, entre
aeronautas.

2- Umidade - Voar muito perto 2.1- Asas A IV V 2.1.1- Advertir


elevada da lamina d¶água absorvem água aeronauta para voar
aumentando peso a meia altura ± o sol
do conjunto ± mantêm as asas
aeraonauta pode secas.
morrer no mar

Minat Terkait