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CAUSA

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Os sismos têm origem na ruptura e


deslocamentos bruscos das placas
tectónicas, submetidas continuamente a
forças que as vão deformando.
  

CONSEQUÊNCIAS

1. Destruição de edifícios, vias de


comunicação e outras infra-estruturas
humanas.
  

CONSEQUÊNCIAS

2. Avalanches.
  

CONSEQUÊNCIAS

3. Incêndios.
  

CONSEQUÊNCIAS

4. Movimentos de vertentes.
  

CONSEQUÊNCIAS

5. Mortes e/ou ferimentos de maior ou menor


gravidade.
  

CONSEQUÊNCIAS

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o. Tsunamis.
  
PREVISÃO
‡ Ainda não é possível prever com rigor a
ocorrência de sismos, embora existam alguns
sinais de alerta:
Abalos premonitórios;
Diminuição do nível de água dos poços;
Comportamento anormal de alguns animais que,
dotados de uma sensibilidade específica, alteram
o seu comportamento antes de um forte abalo
sísmico;
...
  

MEDIDAS DE PREVENÇÃO

1. Evitar edificar construções em áreas onde


os materiais rochosos apresentam fraca
consistência.
  

MEDIDAS DE PREVENÇÃO

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MEDIDAS DE PREVENÇÃO

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MEDIDAS DE PREVENÇÃO

4. Manter os serviços de protecção civil com um


elevado nível de eficiência, por forma a socorrer
as populações em situação de catástrofe.
  

MEDIDAS DE PREVENÇÃO
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MEDIDAS DE PREVENÇÃO

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Reduzidos níveis de precipitação anual;


Ausência prolongada de precipitação.
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1. Perda total ou parcial das culturas


agrícolas.
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2. Morte do gado devido à escassez de água


e de pastagens.
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3. Diminuição da quantidade e da qualidade


da água disponibilizada à população.
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4. Diminuição da produção de energia


hidroeléctrica, como consequência do
decréscimo dos caudais dos rios.
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5. Maior probabilidade de ocorrência e


propagação de incêndios florestais.
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o. Agravamento da desertificação (aumento


da frequência e duração das secas).
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1. Aperfeiçoamento dos sistemas de rega, de


modo a economizar o consumo de água.
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2. Sensibilização da população para a


necessidade de racionalizar o consumo de
água.
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3. Construção de barragens para


armazenamento de água a ser utilizada em
períodos de maior escassez.
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4. Efectuar transvazes que permitam a transferência


de água das regiões de maior abundância para
aquelas em que a seca inspira maior preocupação.
 
CAUSAS

Situações de instabilidade atmosférica que


originam, geralmente, vento de intensidade
muito elevada e precipitação abundante.
 
CONSEQUÊNCIAS

1. Destruição de edifícios e outras


infra-estruturas humanas.
 
CONSEQUÊNCIAS

2. Paralisação do tráfego aéreo e marítimo e


de outras actividades económicas.
 
CONSEQUÊNCIAS

3. Morte e/ou ferimentos de maior ou menor


gravidade.
 
CONSEQUÊNCIAS

4. Inundações.
 
MEDIDAS DE PREVENÇÃO

1. Vigilância meteorológica permanente, de


modo a detectar os indícios de qualquer
instabilidade atmosférica.
 
MEDIDAS DE PREVENÇÃO

2. Manter a população esclarecida sobre os


procedimentos a adoptar em caso de
ocorrência de uma tempestade.
 
MEDIDAS DE PREVENÇÃO

3. Manter um serviço de protecção civil com um


elevado nível de eficiência que permita socorrer
as populações em situação de catástrofe.
  
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CAUSAS
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CONSEQUÊNCIAS

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BIODIVERSIDADE DOS
SOGOS


 
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Reduções significativas da temperatura, por vezes


repentinas, podem afectar a saúde de qualquer pessoa,
quer esta se encontre dentro ou fora de casa. Os grupos
de maior risco são as crianças, idosos, doentes crónicos
(do foro respiratório ou cardíaco) e os sem abrigo.
O frio extremo pode estar associado a queda de neve,
ventos fortes e formação de gelo.
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CAUSAS

Invasões de ar muito frio (-4Oc a -5O C) podem ocorrer, em especial nas


regiões temperadas mais próximas dos círculos polares ² são
conhecidas como vagas de frio e podem permanecer algumas
semanas sobre uma região.
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Consequências

As vagas de frio têm consequências muito negativas nos


transportes, nas comunicações e na economia, em geral.
É frequente as vias de comunicação gelarem e ficarem
intransitáveis, o que obriga, por exemplo, as fábricas a
diminuir ou a parar a sua actividade.
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Consequências
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Medidas de Prevenção
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