Anda di halaman 1dari 18

DINÂMICA DOS

GRUPOS
GRUPOS, ORGANIZAÇÕES E
INSTITUIÇÕES

Segundo GEORGES LAPASSADE

|   
  
V 
DINÂMICA DE GRUPO

A Dinâmica de Grupo constitui um


campo de pesquisa voltado para:

£ natureza do grupo

£ leis que regem seu desenvolvimento

£ relações indivíduo-grupo, grupo-


grupo e grupo instituições

|   
  
V 
Principais teorias
Teoria de Kurt Lewin sobre o campo marcaram os
primeiros estudos sobre a dinâmica dos grupos.

Principais teorias sobre o estudos da dinâmica de


grupo:

1. Teoria de Campo
2. Teoria de Interação
3. Teoria de Sistema
4. Teoria Sociométrica
5. Psicanalítica
6. Teoria Cognitiva
7. Orientação Empírica e Estatística
8. Modelos Formais

|   
  
V 
ESCOLAS CONTEMPORÂNEAS

São várias, sendo as principais:

£ Linha Inglesa: Bion, Ezriel, Foukes, Anthony,


Balint. Várias norte-americanas: Schilder,
Taylor, Bach, Gibbs, Cartwright e dezenas de
outros;
£ Linha Argentina: Pichon-Revière, Grinberg,
Langer, Rodriguè, Bleger, Bauleo, Ulloa,
Usandivaras, Pavlovsky, etc.
£ Linha Francesa: Anzieu, Kaes, Lebovici, M.
Pagés, R. Pagés, Lapassade, etc.

|   
  
V 
GEORGES LAPASSADE
Em seus estudos por volta do ano de 1966,
considera que a experiência imediata da vida
social situa-se sempre em grupos e organizações.

Georges LAPASSADE foi quem criou, em dinâmica


de grupo, a Análise Institucional,
substituindo, apoiado por Sartre, a dinâmica de
grupo por Dialética de Grupo (socioanálise).

Bases teóricas para a fundamentação de


Lapassade sobre a Dialética dos Grupos:

1. Fenomenologia do Espírito ± Hegel


2. Crítica da Razão Dialética - Sartre

|   
  
V 
GEORGES LAPASSADE

Assim, a dialética dos grupos, passa a ser a


própria instituição que analisa seus aspectos
ocultos ou reprimidos e, em geral, por
conveniência, não revelados.

Esses aspectos são aqueles referentes às reações


entre analistas e analisandos que revelam a
reprodução das relações de produção da
sociedade, do saber e não saber entre dirigentes e
dirigidos.

|   
  
V 
ANÁLISE INSTITUCIONAL
A origem e o sentido do que se
passa nos grupos humanos, não
devem ser indicados apenas no
que aparece no nível visível, do
que se chama de dinâmica de
grupo.

Nos grupos há uma dimensão


oculta, não analisada e, portanto,
determinante que é a DIMENSÃO
INSTITUCIONAL: o insconsciente
do grupo.

|   
  
V 

ANÁLISE INSTITUCIONAL

Em 1963 Lapassade propõe


chamar de Análise
Institucional o método que visa
revelar, nos grupos, o nível oculto
da sua vida e do seu
funcionamento.

|   
  
V 
ANÁLISE INSTITUCIONAL

A Análise Institucional foi dividida por


Lapassade em 3 níveis: GRUPO,
ORGANIZAÇÃO E INSTITUIÇÃO.

1. GRUPO: grupo da vida cotidiana. A


unidade de base é a oficina, o
escritório, a classe, etc.

É nesse nível que se situa a prática


socioanalítica da análise e da
intervenção.

|   
  
V 
ANÁLISE INSTITUCIONAL

2. ORGANIZAÇÃO: é o nível da fábrica em sua


totalidade, da universidade, da empresa, da
administração pública.

É nesse nível da organização, grupos de grupos,


que se faz a mediação entre a base e o Estado.

É o nível dos aparelhos, de ligações, de


transmissão de ordens. É o nível da organização
burocrática.

|   
  
V 
ANÁLISE INSTITUCIONAL

1. INSTITUIÇÃO ± é o nível do
Estado, que faz as leis. É
instituído pela cúpula.

O terceiro nível é o Estado, que


controla a educação, a informação
e a transmissão de cultura.

Na origem das grandes


civilizações, desde que se
organiza a produção em grande
escala, forma-se o Estado.

|   
  
V 
SEGUNDO LAPASSADE:

Se quisermos analisar o
que se passa num grupo,
é necessário admitir sua
ligação ao conjunto
institucional da nossa
sociedade.

Assim, haveria uma


relação de
interdependência entre
os conceitos de grupo, de
organização e instituição.

|   
  
V 
MOVIMENTO DE TRANSIÇÃO

O grupo é aprisionado num sistema institucional:


a organização acaba por distanciar o indivíduo da
possibilidade da ação direta sobre as decisões.

|   
  
V 
MOVIMENTO DE TRANSIÇÃO

Assim que uma sociedade se organiza, os homens


deixam de participar das decisões essenciais, e
descobrem que estão separados dos diferentes
sistemas de poder.

A partir desse contexto, num primeiro momento


Lapassade nos remete a uma ideologia de
transformação, onde os indivíduos assumiriam um
sistema de autogestão, que permitiria a
participação de todos nas tomadas de decisões,
aproximando aqueles que dirigem dos que
executam, os que governam dos que são
governados.

|   
  
V 
A ³Era dos organizadores e o capitalismo de
Organização´, forma no início do século XX um
movimento histórico dividido em três fases:

Fase ³A´: a organização dos sindicatos e o


desenvolvimento das reivindicações; o surgimento das
técnicas de grupo.

Fase ³B´: A burocratização das empresas industriais; a


burocracia como problema fundamental da organização e
do poder; a passagem da fase ³B´ para ³C´ como marco
onde o psicossociólogos oferece a modernização da
burocracia.

Fase ³C´: A modernização das técnicas; e o aparecimento


de uma nova classe operária.

|   
  
V 
Dez anos após seus primeiros estudos
sobre instituição, diante do contexto
histórico em que Lapassade estava
(1968), o autor reconhece que a
análise institucional estaria passando
por um momento de crise, e nos
remete a procurarmos reconstruir seu
conceito e propor novas formas de
intervenções.

LAPASSADE compreendia que para


que houvesse mudanças na sociedade,
era necessário primeiramente mudar
a escola (educação).

|   
  
V 
Lapassade diz que os grupos não estão
terminados ou não se pode buscar a maturidade
do que chamamos dinâmica de grupo.

O emprego da expressão dialética de grupo,


justifica-se por uma ação sempre recomeçada.

|   
  
V 

PORTANTO,

... O GRUPO, A ORGANIZAÇÃO, SERÁ UMA


TOTALIZAÇÃO EM PROCESSO, QUE JAMAIS SERÁ
TOTALMENTE REALIZADA.

|   
  
V